Esposa do Mecânico Mostrando pra que serve o Acelerador.


Há um tempo atrás fui a oficina levar meu carro pra fazer uma limpeza de bico, cheguei bem cedo e a oficina estava fechada. Fiquei um tempo esperando até a porta da oficina levantar, era a esposa do mecânico, uma morena de uns 40 anos, magrinha, sorriso lindo e havaianas branca, contrastando com aqueles pezinhos morenos lindos, acho que número 36. Estavam sem esmalte, uma delicinha!

O marido chegaria em 30 minutos pois foi levar um carro para um cliente logo cedo. Eu disse que tinha marcado horário, ela pra eu esperar lá dentro. Antes, disse pra encostar meu carro pra baixo da entrada da oficina, pois ela tiraria 3 carros de lá. Enquanto ela foi ao primeiro carro, não resisti e fiquei olhando aqueles calcanhares deliciosos e lisos so som do chinelo batendo em sua solinha delicada.

Encostei o carro rápido, desci e fiquei na porta olhando qual carro daria uma bela cena de pedal pumping. Ela entrou num celta novo saiu, encostou-o na frente da oficina. Logo na sequência era um golzinho 1990. Já fiquei imaginando que ali poderia dar rock.
Eu perguntei tentando puxar assunto:

EU – Qual é o próximo?
ELA – Se tudo correr bem, é este gol prata.
EU – Este quadradinho?
ELA – Sim.
EU – Mas por que se tudo correr bem?

Ela parou virando o corpo e meio que torcendo a perna mostrando parte da solinha do pé direito. Eu louco para olhar mas não queria dar na cara que estava de olho no pezinho dela. E então ela disse.

ELA – Às vezes ele dá problema pra ligar, está meio derrubado e o cliente mandou pra fazer uma revisão e a parte de baixo do motor. Mas como ele está sem dinheiro pediu pra deixar o carro aqui pra fazermos o trabalho devagar.
EU – É a álcool?
ELA – Sim, mas convertido.

Disse ela brincando e já abaixando o pé pra ir até o carro.

EU – Será que precisa empurrar?
ELA – Acho que não.
EU – Se precisar eu ajudo.
ELA – OK!

Ela então entrou no carro com alguma dificuldade para abrir a porta com a chave. Ela não sentou no banco, só abriu a porta e puxou a alavanca do capô. Me aproximei do carro dando uma olhada no coitado. Estava realmente muito derrubado, o painel meio rachado, bancos manchados, tapetes sujos e um monte de coisa no console, fora o cheiro de carro velho.

Ela foi até a frente do carro e eu me aproximei:

EU – Você também costuma arrumar os carros?
ELA – Bom, eu entendo um pouco, mas só coisas básicas como pegar no tranco, desafogar, mas basicamente fazer o carro funcionar sem consertá-lo. Além disso também consigo identificar algumas coisas pelo barulho do carro. Mas muito pouco.

Ela então colocou a cabeça mais perto do motor e inclinou o corpo revelando agora a solinha do pés esquerdo. Era uma delicia de visão, reparei que no pé direito ela tinha o calcanhar um pouco marcado. Era sujeirinha característica de quem dirigiu descalça. Deve ser poeira do tapete do Celta, pois ela ficou acelerando de leve ele tipo pisando e soltando, isso deve ter sujado aqueles pezinhos lindos.

Ela então pegou o cabo do acelerador e deu umas puxadinhas. E disse:

ELA – Ontem o carro demorou um pouco pra pegar mas foi tranquilo, hoje está bem mais frio que ontem, espero que tenha gasolina no tanque de partida a frio.

Ela foi pra dentro do carro, abriu os vidros, se ajeitou no banco e olhou para baixo. Acho que estava tirando os chinelos. Colocou a chave no contato enquanto eu observava pelo vidro do carro. Aí escutei um zunido: zuuuuuuuuuuuuuuuuu, zuuuuuuuuuuuuuuu. Ela estava acionando a partida a frio.

Ela virou a chave e o carro não ligou. Tentou 3 vezes rapidamente e nada. Então eu me aproximei da porta do motorista, que estava aberta, e disse:

EU – Ixi acho que vai ser hoje hein!
E dei uma risada.
ELA – Que nada, isso é normal para um carro velho e a álcool.

Acionou a partida a frio mais duas vezes e tentou ligar o carro. Mais três tentativas frustradas.

Reparei que ela tinha tirado o chinelo mas estava com o pé em cima deles, ainda não tinha encostado aquele pé tão delicioso no acelerador.

Aí ela acionou a partida a frio mais uma vez e tentou ligar o carro, desta vez com o pé na embreagem.

Tentou mais 4 vezes e o carro não pegou.

EU – Porque você ligou com o pé na embreagem?
ELA – Isso as vezes ajuda porque aumenta a pressão do combustível.

E soltou a embreagem, mas antes confirmou se o carro estava em ponto morto.

ELA – Vou tentar de outro jeito se ficar injetando gasolina o carro vai afogar e terei que empurrar.

O telefone da oficina tocou.

Ela saiu correndo colocando os chinelos rapidamente e pegou o telefone já voltando para o carro. Era o marido avisando que estava atrasado e perguntou seu eu já estava lá.

Ela disse a ele no telefone que estava tirando os carros e que faltava só o gol do Oscar. Quando ele chegasse já estaria tudo pronto, pra ele não se preocupar. Enquanto dizia isto ao telefone já foi tirando novamente os chinelos e posicionando os pés sobre ele.

Desligou o telefone e colocou em cima do banco do passageiro e pisou no acelerador, de leve e deu partida. O carro não pegou. Ela apertou mais um pouco o acelerador e tentou mais 2 vezes o carro não pegou.

EU – E agora qual truque vc tem na cartola?

Ela riu e disse:

ELA – Vamos dar umas bombadas e ver o que acontece.

Deu umas cinco bombadas no acelerador e deu partida. Nada. Deu mais 5 bombadas e partida. Nada. Aí ela apertou o acelerador até o fundo e deu partida. Nada. Fez 3 tentativas e nada, mas sem tirar o pé do fundo. Não tive como não reparar nos pezinhos perfeitos esticadinhos e apertando o acelerador até o fundo, eu estava muito excitado e ela me pegou olhando seus pés.

ELA – As vezes quando você injeta muito combustível tem que segurar o acelerador no fundo pra abrir bem o carburador.
EU – Ok, quem manda é você.

E ri.

Ela então começou a dar umas bombadas mais de leve e tentou ligar o carro ainda bombando o acelerador. Fez umas 3 vezes e nada.

Ela me pediu pra ir no motor ver se tinha algo de diferente ou sentir se havia cheiro de gasolina. Fui lá e ela tentou ligar o carro bombando o acelerador. Eu escutava o tec tec do pedal encostando no assoalho e via o cabo do acelerador se mexendo e aquele motorzinho tentando se animar.

Não estava muito forte mas havia cheiro de combustível no ar. Ela então começou a ligar o carro e depois de uns segundos de partida aí ela começava a bombar o acelerador. Nas 2 tentativas que fez não deu certo.

Aí ela mudou a estratégia. Começou a fazer tentativas mais longas na primeira foram uns 10 segundos e depois mais 10s. Só que na segunda, ela bombava de leve e então o carro ameaçou pegar. Ela tentou de novo agora bombando mais forte, eu fui cautelosamente para o lado do motorista para ver aquele show. Na quarta tentativa ela estava quase fazendo o carro pegar. Na quinta ela começou a bombar com mais força e mais rápido. O carro pegou na sexta mas meio engasopado e qdo ela tentou dar acelerador ele morreu.

Ela tentou outra vez mas agora bombando forte de verdade e olhando pra baixo. Para os próprios pés. Aproveitei e olhei também. O carro pegou engasopado outra vez e ela tentando segurar o carro ligado, fazendo vários tipos de manobras com o acelerador. Soltava a meio curso qdo o carro ameaçava pegar e tentava dar mais acelerador quando ele parecia estar firme. Um show de pedal pumping.

ELA – Acho que nem precisa empurrar, só precisa ele firmar um pouco a marcha lenta pra eu acelerar ele.
EU – Mas ele tá meio engasopado.
ELA – Pois é, mas quando der pra acelerar a gente da uma queimada no excesso de combustível.
EU – Como?
ELA – Acelerando ué.

Eu ri meio sem graça mas com o coração na boca.

Ela continuava com o pé a meio curso do acelerador e o carro foi ameaçando morrer qdo ela apertou um pouco mais ele morreu.

Então ela deu um tempo, apertou o acelerador até o fundo e virou a chave, o carro não demorou a pegar mas foi meio engasgado só que ela não tirava o pé do acelerador. O carro foi melhorando a rotação, ela com o pé no fundo, o carro foi subindo de giro e ela foi aliviando o pé mas antes que o carro morresse ela começou a apertar e soltar o acelerador, apertava até pra baixo do meio e voltava no meio do curso do acelerador.

Ela olhava pra baixo como que observando seu trabalho e o carro foi arredondando o giro. Ela começou a acelerar mais forte. Quando ela soltou o acelerador pra cima do meio o carro deu uma gaguejada, ela logo já voltou o pé no acelerador e segurou abaixo do meio.

O carro ainda pipocava um pouco e ela então começou a apertar mais o acelerador. Apertava forte mas não no fundo. O motor começou a ganhar fôlego, mas se ela tirasse o pé ele morria. Aí ela começou a pisar mais forte ainda e soltar. O pezinho tão lindo e tão delicado estava começando a mostrar pra que serve o acelerador.

Ela então pisou na embreagem, dando aquelas aceleradas e foi engatando a ré. Eu fiquei meio frustrado mas entendi que não dava pra falar nada. Ela engatou a ré e tentou sair mas o carro morreu.

Ela parou. Ligou de novo dando algumas aceleradas e tentou sair novamente. O carro morreu outra vez. Ela balançou a cabeça em sinal negativo e ligou o carro outra vez. Desta vez ela deu uma esgoelada no carro bem rápida. O carro urrou rápido e ela deu mais uma esgoelada o carro gritou pra vida. Então ela dava aceleradas fortes mas não tão excitantes. Tentou sair e o carro morreu.

Ela calçou o chinelo saiu do carro. Foi até o capô, deu mais uma olhada e fechou . Foi pra dentro do carro ligou novamente mas, desta vez, com a porta aberta. Deu umas aceleradas fortes e depois uma esgoelada. Qdo tirava o pé, o carro ameaçava morrer, ela insistia nas aceleradas fortes sem atolar o pé.

E saiu com o carro, sempre dando aceleradas fortes até estacionar ele na frente da oficina.

Saiu do carro e quando ela ia tirar um uno novo que estava lá, reparei naqueles pezinhos delicados de quem acabou de dar umas aceleradas.

Tirou o Uno e foi estacionando. O telefone tocou outra vez. Ela correu no Golzinho pra atender. O marido pediu pra colocar o gol no box de conserto. Ela disse que iria só colocar o carro no box e me levaria para o trabalho. pois o Marido já tinha avisado do atraso e nao queria que eu me atrasasse.

Ela Entrou no Gol, Deu partida e o carro demorou a pegar. Ela deu umas bombadas no acelerador e ele ligou, ela então deu umas aceleradas não mto fortes e saiu com o carro. Ele andava meio engasgado e parou na rampa da ofinica. Morreu!

Ela deu partida e nada, bombadas e nada. Começou a bombar forte e rápido e o carro não pegou. Então ela deu mais uma partida e bombava forte até que enfiou o pé até o fundo, esticou mesmo a perna. Aí o carro pegou, então ela perdeu a vergonha.

ELA – Vamos resolver isso já.

Ela foi acelarando, o carro foi melhorando a rotação e ela dando aceleradas mais fortes. Então qdo melhorou o barulho do motor ela começou a dar aceleradas mágicas. Enfiava o pé até o talo e segurava um ou dois segundos. nunca vi uma mulher fazer um revving por conta própria com tanto conhecimento.

Deu umas 5 esgoeladas no carro fazendo o motorzinho gemer. Daí tentou sair e ele ameaçou morrer, ela voltou a embreagem e afundou aquele pezinho até o chão novamente. Começou a pisar com maldade. Acelerava até o fundo sem dó, deu mais umas 4 esgoleadas e saiu.

Estacionou o carro, desligou e foi me levar no celtinha para o trabalho. E lá se foram aqueles pezinhos potentes e descalços mostrando ao acelerador para o que ele é feito.

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