Na praia pezinhos descalços castigam o BUG!

Photo from www.pumpthatpedal.com

Com a chegada do verão qualquer um que curta pés lindos no acelerador pode se preparar. Principalmente se estiver na praia.

Semana passada estava no litoral em um quiosque tomando uma cerveja. Na hora de ir embora fui andando pela calçada e de longe vi um Bug encostando com o pisca-alerta ligado. Eram 3 garotas que estavam nele. Ele encostou meio torto na calçada e de longe eu fiquei imaginando o que poderia acontecer.

Fui me aproximando mais rapidamente pra matar a curiosidade. Quando fui chegando perto duas garotas sairam do bug e uma ficou lá tentando ligar. O carro estava afogado, dava pra sentir o cheiro de combustível. Eram 3 morenas e uma bem dourada que estava ao volante. Deviam ter uns 25 anos mais ou menos. Cheguei perto e dava pra perceber a garota bombando o acelerador qdo tentava dar partida e nada do bug pegar.

As duas que estavam pra fora estavam descalças e a motorista estava com um chinelo havaianas branco contrastanto com aqueles pezinhos dourados e unhas claras. As outras duas estavam com o esmalte vermelho e uma delas era mais clarinha. A motorista era muito bonita mas meio gordinha as outras eram magrinhas.

Quando cheguei ao lado do carro perguntei se elas precisavam de ajuda e elas estavam rindo dizendo que a motorista tinha afogado o carro e que agora nao ligava.

Eu disse que se estava afogado ela deveria esperar um pouco em vez de ficar tentando, mas uma das meninas disse pra ela tentar mais uma vez, mas, nas palavras dela: “tenta de novo só que finca o pé, não bombeia”.

A motorista prontamente atendeu. Pisou até o fundo com aquelas pernas esticadas e tentou ligar o carro, mas nada. Ligou de novo, sem tirar o pé do acelerador e o carro ameaçou pegar e ela continuou dando partida até que a bateria deu uma falhada.

Falei pra ela não tentar novamente senão ia arriar a bateria e o cheiro de combustivel estava muito forte. Pedi pra ela esperar uns 5 minutos e fiquei conversando com elas. Eram de São Paulo e estavam fazendo uma despedida de solteira da motorista. 1 semana na praia, já fiquei com dó do noivo.

Eram amigas de infância. Depois de uns 6 ou 7 minutos conversando eu disse pra ela tentar novamente. Ela afundou o pé e girou a chave, o motor de arranque estava pesado e uma das amigas disse: “ferrou! Desce ai pra empurrar Dri”.

E a menina já foi entrando no Bug e querendo sentar no banco do motorista. A que estava dirigindo saiu prontamente, já imaginei que a que sentou no carro era experiente. E ela comprovou isso. Sentou ao volante (era a mesma que disse pra outra fincar o pé) já se ajeitando e puxando a canga para não enroscar na perna e foi encostando aqueles pezinhos deliciosos nos pedais. Primeiro pisou a embreagem até o fundo e aqueles arcos eram demais. O pesinho todo arqueado o calcanhar errugadinho e os dedos espremendo a embreagem eram uma visão incrivel naquele carro sem console.

Então ela encostou no acelerador aquele pesinho direito que mais tarde me faria gozar so de olhar. Eu disse a ela que quando ela estivesse pronta eu empurraria e ela disse OK. As meninas que ficaram pra fora já foram para trás do carro empurra e eu fui pela lateral do bug. Tinha várias vagas vazias onde elas pararam e dava pra empurrar sem precisar ir para a pista.

Minha vontade era instruir a motorista mas achei melhor esperar pra ver o que acontecia. Ela engatou a segunda e soltou o freio de mão e começamos a empurrar o bug era leve e foi fácil. Na verdade nem fiz muita força pois nao tinha onde apoiar, a não ser o santo antonio pois o bug nao tinha capota.

E a motorista foi falando vai empurra empurra! Alguns metros dali ela fez a primeira tentativa: soltou a embreagem e o carro pegou meio engasgado. Ela nem acelerou e já pisou logo no freio e na embreagem novamente.

O carro estava funcionado a ponto de morrer e ela começou a dar umas aceleradinhas de leve. Mas o melhor de tudo é que ela tinha o domínio. Com aqueles pezinhos lindos descalços ela motrava desenvoltura pois freava com o dedão e acelerava com o calcanhar. Que grande habilidade e que pés lindos. Ela ia acelerando aos poucos sem forçar pois o motor ameaçava morrer. quando ela deu a primeira apertada mais forte o carro morreu.

Lá fomos nós empurrar novamente e uma das meninas falou pra motorista “Pô gabi acelera ae senão ele morre” e ela respondeu: “eu sei, quando pisei ele morreu calma ae”. Empurramos mais uma vez e desta vez com mais força pra dar mais velocidade. A Gabi então soltou a embreagem e quando o carro pegou, eu que estava correndo ao lado pra não perder nenhum lance, pude acompanhar quando ela escutou o carro roncar e deu 5 socadas no acelerador. Foi emocionante ela levantava a perna sem encostar o pé no chão e afundava com violência e bem rápido sem dar chance ao carro. Ele roncou alto nestas cinco aceleradas e o cheiro de combustivel queimado dava mais prazer ao ambiente, fora a fumaça preta que saiu dos dois escapes.

Depois das 5 socadas ela parou o carro rapidamente pisando no freio com o dedão e já enfiando o calcanhar no acelerador. Ela era muito habilidosa e com o calcanhar fazia aquele motor urrar. Pisava muito forte e sem dó. Apertava e soltava várias vezes. Acho que umas 6 esgoeladas sem piedade. o cheiro era delicioso, o barulho ensurdecedor e a fumaça era marca registrada de cada pisada. Depois disso ela puxou o freio de mão e começou a acelerar mais fraco tipo até o meio do pedal e soltava. Às x segurava no meio e soltava. O carro já não soltava tanta fumaça.

A Dri, que afogou o carro estava aliviada e já foi entrando no bug a outra comemorava e ria da situação dizendo que tinha sido hilário ficar escondida na fumaça. Aí a Gabi que estava no volante virou para trás e deu umas 4 esgoeladas só pra ver a fumaça, mas enfiou o pé mesmo, socando sem dó.

Depois parou de acelerar e perguntou se eu morava ali perto pois elas poderiam me dar carona. Na verdade estava num hotel a uns 500m dali. Disse que se não fosse atrapalhar eu aceitaria a carona. A Gabi perguntou se a Dri queria dirigir, ela disse que não mas a outra amiga se candidatou. eu sentei no banco de trás do carona e esperei elas trocarem de lugar. a Dri ficou ao meu lado e a Gabi sentou no banco do carona. E já foi logo mostrando a sola do pé dizendo da sujeira. Dava pra ver a marca do pedal naquelas solinhas das ultimas esgoeladas. Na verdade foi uma seção de revving e pedal pumping completa, pois quando ela acelerava com o calcanhar eles ficaram marcadinhos pelo pedal demonstrando a força que ela imprimiu para acelerar.

Entao a outra amiga sentou ao volante e com pezinhos lindos também, descalços, engatou a primeira, soltou o freio de mão e saiu com o bug.

Andamos alguns metros e quando paramos no semáforo o bug morreu outra vez. A menina que deu o tranco falou: “Não deixa morrer Natália. Tem que ficar acelerando”. E ela respondeu: eu sei mas eu tava freiando aí ele morreu não deu tempo”.

Então ela foi dar partida no carro mas fez da maneira que ela mesma tinha sugerido antes, afundou o pesinho no acelerador e deu partida. O bug pegou bastante acelerado mas ela logo soltou. O semáforo abriu e continuamos, o carro começou a dar umas engasgadas em movimento, acho que pelo excesso de combustivel ou outra coisa, o fato é que ele fez isso umas 2 vezes e então a motorista tomou uma atitude que em deixou estremecido. Ela dirigia e pisava na embreagem para soltar a marcha e acelerava, ela na primeira vez deu 2 socadas no acelerador com força. Depois soltou a embreagem e continuou, o carro começou a falhar novamente e ela então embreou o carro e deu mais umas 3 socadas sem dó até o fim.

Paramos no semáforo e o carro morreu. A Garota do carona disse: “Meu to ficando loca com esse bug tem alguma coisa errada” e então eu não me contive e disse pra motorista:  “acho que vc precisa acelera por mais tempo pra gastar todo o combustivel” e ela respondeu :”Mas nós ja aceleramos” e entao a Gabi disse: “A Dri ficou bombando o acelerador e pode ter enchido essa coisa de combustível liga ae e dá uns pisão sem dó”.

Ela Então ligou o carro e deu umas pisadas fenomenais umas 3 aceleradas até o fundo e encostou o carro na calçada. Quando ela fez isso meu coração disparou. Ela começou a dar umas socadas no acelerador com vontade apertava até o fundo e soltava fez isso umas 5 vezes e motor urrava e aquele pesinho se debatia com o acelerador. Aí quando ela parou eu disse: “Acho que você devia dar uma esgoelada nele pra liberar tudo” A Gabi, que estava no carona esticou a perna e colocou aquele delicioso pé esquerdo no acelerador. Aqueles dedos se espalhavam no pedal e o calcanhar errugado delicioso mostrava o quando ela se esticava para apertar o acelerador. Ela colocou o pé no acelerador e apertou sem dó. O barulho era ensurdecedor ainda mais para quem estava em cima do motor. Ela esticou a perna e ficou segurando o acelerador por uns 5 segundos. Achei que o motor ia estourar e quando ela soltou eu já estava com o coração na boca e as pernas bambas. Ela deu mais 3 aceleradas rápidas ainda com o pé esquerdo e depois mais uma afundada de pé por uns 3 segundos.

Soltou o acelerador e a motorista saiu dando aceleradinhas tipo até o meio sem parar. Cheguei ao hotel sai do bug e agradeci e elas me agradeceram pela ajuda eu disse que nao tinha sido nada e que o rpazer era todo meu. Será que foi só meu? Por em momento algum qualquer uma delas disse pra outra acelerar menos ou ter dó do carro.


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