Prima dando tranco e castigando o Acelerador


Chamei uma prima minha para ir num bar e fomos no meu carro. Chegamos um pouco tarde e não tinha vaga para parar no estacionamento. Eu estacionei numa rua próxima e qdo ela saiu deixei o radio ligado de propósito. A bateria do carro não estava boa e eu já sabia que em pco tempo, com o rádio ligado, o carro não pegaria, a não ser no tranco.

Minha prima estava empolgada pois tinha voltado de viagem e ficamos conversando umas 2h sobre a viagem e na hora de ir embora. Eu mal podia esperar pra ver aqueles pezinhos 34 bem guardadinhos numa sapatilha azul. Mas o que vale é o peso deles rs.

Saimos do bar e fomos para o carro andando e quando chegamos lá apertei o alarme do carro e não consegui abrir as travas. Já saquei que a bateria estava fraca. Abri a porta com a chave e o alarme não disparou, mas meu coração sim, já imaginando o show de revving que estava por vir.

Sentei e coloquei a chave no contato e retirei o radio antes de abrir a porta para a prima entrar. Ela perguntou pq a porta não tinha aberto antes e eu disse que devia ser algum problema na trava elétrica. Ela sentou e fechou a porta. Eu respirei fundo e girei a chave. A luz do painel acendeu meio fraca. O motor não deu partida! Nessa hora eu ja fiquei esperando ela perguntar o que fariamos.

Tentei de novo e nada. Ela perguntou o que tinha acontecido e eu respondi que a bateria estava arriada. Ela respondeu um “Putz”. Ai ela perguntou se eu queria que ela desse um tranco. Eu respondi brincando que eu preferia que ela empurrasse. Mas depois perguntei se ela sabia fazer isso. Ela disse que sim. Ai sai do carro e ela sentou no banco do motorista. Pedi pra ela engatar a segunda e ela disse que quando ela estivesse pronta, me avisasse. Ela apertou a embreagem até o fim e aquele calcanhare lisinhos ficou para fora da sapatilha quando ela esticou todo o pé. O pé direito já estava encostado no acelerador. Que cena.

Perguntei se ela queria chegar o banco pra frente ela disse que seria melhor. Eu então me abaixei para empurrar o banco e poder ficar mais perto daquele pesinho lindo. Coloquei na posição que ela achou melhor.

Entao fui empurrar o carro, era um gol. Fiz uma força descomunal pra ele ir mais depressa pq eu estava ansioso pra ver o que ia acontecer e aos poucos ele foi ganhando velocidade e ela então deu o tranco e o carro não pegou. Continuei empurrando e ela com muita destreza qdo viu que o carro não pegou já apertou a embreagem novamente. Eu podia imaginar aquele calcanhar fora da sapatilha qdo ela fazia este movimento. Coloquei mais empenho e o carro ganhou mais velocidade ela então deu o tranco e o carro pegou. Eu fui ficando pra trás um pouco pelo cansaço e ela então parou o carro, puxou o freio de mão e começou a acelerar.

Dava umas aceleradas médias e aos poucos ia apertando mais. Eu queria muito ver ela atolar o pé. Mas ela foi dando aceleradas gradativas até que começou a pisar mais forte. Cheguei na porta e abri e ela estava acelerando e soltando cada vez mais forte. Deixei rolar. Ela então começou a pisar até o fundo e soltar, mas rapidamente. O carro ia até uns 5mil giros e ela soltava e ficou fazendo isso por algum tempo acho que deu umas 7 aceleradas desta e depois começou a dar umas mais fortes. Deu umas 4 aceleradas até o fundo que o carro realmente gritou. E então parou. Eu vi aquele pesinho delicioso acelerando mas não estava satisfeito.

Agora eu ia ditar as regras. Disse pra ela acelerar de verdade. E ela acelerando deu umas 10 aceleradas fortes mas eu queria mais. O carro ia até uns 6mil giros.

Eu cheguei ao lado do carro e ela estava acelerando e olhando os rpms subindo e descendo e o pesinho ia até o fundo e voltava eu disse pra ela acelerar de verdade. “Pode pisar sem dó”. Ela então começou a acelerar com mais vontade e à medida que o carro fazia barulho ela se encorajava até que deu umas 2 aceleradas bem fortes até o carro chegar no giro total. E voltou a acelerar até o 6mil. Eu disse que qto mais ela acelerasse mais cedo a bateria carregava. Ela então deu mais 3 aceleradas até o giro total e algumas fortes até 6mil.

Ela então olhou e perguntou: “acelera mais?”. Uau que pergunta oportuna! Eu já no mais alto nível de excitação respondi “pode atolar o pé se quiser”. Ela então deu mais umas 2 pisadas até o fundo e depois afundou o pé de vez. O carro gemeu nessa hora e ela soltou. Apertou de novo e segurou por uns 2s e soltou. Atolou o pé novamente e o carro gemeu por 2 s. Ela deu mais aceleradas fundas e atolou o pé novamente. 2 s de motor gritando outra vez. Aquele pesinho era realmente de outro mundo que delicia.

Aí eu disse pra ela dar uma esgoelada sem dó. Ela então enterrou o pé de uma vez e ficou segurando. Foram uns 5 segundos de motor gemendo alto e ela soltou. Eu disse pode segurar sem dó. Então ela atolou o pé novamente sem dó. Nesta hora achei que o carro ia morrer pq ela ficou com o pé fincado e o motor gemendo até não poder mais. Ela não tirou o pé até eu dizer que estava bom já. desta vez fiquei com medo de ficar a pé.

 

A foto é da @ada_toes_2012 delícia de pés.

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