Uma amiga da faculdade acelerando meu carro!


Bom um belo dia à noite fui para a faculdade e encontrei uma amiga de classe. Fomos analisar alguns detalhes do trabalho que estávamos fazendo. Quando fomos subir a escada, eu deixei-a ir na frente e enquanto ela subia reparei que usava mules marrons e que seus calcanhares branquinhos e lisinhos, estavam sujos.

Logo imaginei que ela tinha vindo pra faculdade dirigindo descalça. Isso me encheu de tesão e fiquei imaginando uma maneira de ver aqueles pesinhos acelerando descalços.

Eqnuanto estávamos na sala de estudos eu fiquei por várias vezes indo à janela, para a qual ela estava de costas. Quando ia pra janela podia olhar para aqueles pesinhos fora do mule com as solas à mostra pra mim.

Era uma visão incrível pois dava pra ver aquela solinha perfeita e o calcanhar com uma parte sujinha pelo tapete do carro. Quando ela me perguntou sobre o que eu achava da matéria me sentei e prestei atenção ao trabalho que estávamos fazendo, mas sempre de olho nos movimentos dela. Reparei que às vezes ela cruzava as pernas e passava a mão nos pés. Eu então
coloquei minha cadeira próxima à dela e quando ela levantou o pé senti aquela solinha raspar meu joelho. Que textura maravilhosa!

Ela me pediu desculpa e puxou o pé mais para trás, depois colocou no sapato outra vez e aí não deu mais cruzada de perna.

Terminamos o trabalho e fomos para o estacionamento. Eu pensava a todo momento uma maneira de ver aqueles pezinhos acelerando. Durante o caminho fomos conversando e eu meio distraído pensando. Percebi que o carro dela e estava mais perto que o meu.

Ela me ofereceu carona até meu carro pois estava escuro e vazio o estacionamento. Aceitei sem pensar muito e entramos no carro. Enquanto eu colocava minha mochila no chão ela já tirava os mules como eu tinha imaginado. Colocou aqueles pesinhos lindos nos pedais, ligou o carro e saiu.

Quando chegamos em meu carro entrei e coloquei minhas coisas no banco do carona. Ela ficou com o carro parado esperando eu sair. Enquanto eu estava no carro comecei a imaginar como eu faria pra ela acelerar. Aí dei partida e desliguei rapidamente. Fiz de conta que estava com problema. repeti isso umas 4 vezes e então puxei o pino e saí para abrir o capô do carro.

Ela então calçou os mules e saiu do carro preocupada. Eu disse que não sabia o que tinha acontecido mas que se ela pudesse me ajudar eu agradeceria. Ela então chegou próxima ao motor e me perguntou o que ela poderia fazer. Eu disse pra ela bombar o acelerador do carro.

Ela riu e me perguntou o que era isso. Eu logo fiquei excitado pois era com certeza virgem de pedal pumping. Acompanhei-a até a porta do motorista e ela sentou no banco e tirou aqueles mules delicados. Infelizmente, a iluminação não era boa, mas td bem dava pra ver alguma coisa daqueles pezinhos no pedal. Eu disse pra ela colocar em ponto morto o carro.

Aquela perna esticada com aquele pesinho arqueado para apertar a embreagem me deixou muito contende. Que pernas e que pés. Então eu disse que ela deveria apertar e soltar o acelerador sem ligar o carro. Ela então começou a apertar e soltar bem devagar.

Eu fui para o motor e fiquei olhando o cabo do acelerador mexer. Já podia imagina o que estava por vir. Sabia que meu uninho ia afogar com aquele pedal pumping delicioso. Voltei para a porta do motorista e ela parou de apertar o acelerador. Pedi pra ela apertas e soltar até o fundo primeiro devagar e depois que ela aumentasse a velocidade.

Então voltei para o motor e fingi mexer em algo. Ela estava bombando o acelerador e eu disse pra fazer mais rápido. Ela bombou mais rápido e eu pedi que ela aumentasse a velocidade. Ela começou a bombar o acelerador ainda mais rápido mas nada muito intenso. Cheguei a imaginar aquelas solinhas marcadas pelo acelerador.

Disse pra ela parar. Aí pedi pra dar partida no carro sem pisar no acelerador. Ela deu a primeira partida e nada. Aí mais uma tentativa e nada. Então eu pedi que ela bombasse mais um pouco e fui até a porta do motorista. Olhei aquele trabalho de perto. Que cena de pedal pumping!

Pedi pra ela dar partida no carro outra vez, mas que não parasse de bombar o acelerador. Ela então começou a bombar e dar partida. Fez umas duas tentativas e nada. Já estava ficando tarde e eu queria sair de lá. Decidi que era hora do show.

Pedi pra ela bombar o acelerador mais rápido e forte. Ela disse que estava com medo de estragar o carro. Eu disse que se não conseguíssemos eu teria que dar um tranco no carro. Ela então consentiu com a cabeça e começou a bombar mais rápido e mais forte. Agora eu já conseguia escutar o barulho do pedal encostando rapidinho  no assoalho.

Fui até o motor e vi aquele cabo de acelerador frenético. Pedi pra ela dar partida no carro. Ela parou de bombar e tentou duas vezes e nada. Pedi pra tentar uma vez bombando o acelerador e assim ela o fez. Nada de pegar. Eu disse a ela pra fazermos uma última tentativa. Mas desta vez seria diferente. Disse pra ela travar o pé no fundo do acelerador.

Ela apertou o acelerador até o fundo e ficou segurando. Aquela perninha esticada não me sai da memória. pensei na sessão de revving que estava por vir e preparei o espirito dela.

Disse que ela deveria dar partida com o pé no fundo e quando o carro pegasse ela deveria acelerar pois eu achava que o carro estava afogado. Ela disse que tinha medo e respondi que não tinha problema. Que ela precisava acelerar pra gastar o cobustível.

Então ela deu partida com o pé travado no fundo. O carro não pegou de primeira. Pedi pra ela insistir mas sem tirar o pé do acelerador. E depois de 2 tentativas o carro pegou meio engasgado. Quando ele pegou ela rapidamente tirou o pé e eu disse pra acelerar, quando ela voltou no acelerador ele morreu.

Pedi que ela acelerasse mesmo sem dó. Não podia deixar escapar aquela chance. Então ela voltou a dar partida e quando o carro pegou ela voltou o acelerador até o meio. ficou segurando e o carro pipocando. Ela então deu uma pisadinha e ele ameaçou morrer. Mais uma e ele ficou um pouco engasgado. Disse pra ela enfiar o pé sem dó. Ela apertou até o final e soltou, ficou apertando e soltando até ele firmar mais a marcha lenta.

Quando ele já mais desengasgado firmou a lenta eu disse que ela deveria acelerar forte. Ela então deu a primeira acelerada até o fundo. O carro rugiu alto! Ela então pisou outra vez. Nova gemida do carro. Então ela deu mais duas aceleradas até o fundo e soltou. Aquele cheiro de combustivel queimado me deixava louco e aqueles pezinhos lindos fazendo meu varro gritar me deixavam em estado de leveza indescritível.

Pedi pra ela continuar pisando. Mas dessa vez pisar e segurar o acelerador no fundo pra limpar o motor. Ela deu uma pisada sem dó de uma vez! Apertou tudo e o carro gritava bem alto e ela não soltava. eu ao lado incentivava. Pedia para segurar mais um pouco. Ela com aquele pesinho enfiado no acelerador e a perna esticadinha fazia cara de quem estava com medo.

Ela soltou por conta própria o acelerador. Eu fiquei meio frustrado mas disse que aquilo era necessário para limpar o motor. Ela então falou do cheiro de combustível e eu expliquei que era em função das tentativas que ele não pegou. Por isso era necessário queimar o excesso de combustível.

Enquanto isso ela dava aceleradinhas de leve no carro. Eu disse pra ela repara quando acelera forte que o cheiro estava diminuindo. Ela então começou a dar rápidas pisadas até o fundo, pisava e soltava rapidinho. Eu disse pra ela afundar o pé de uma vez e segurar.

Desta vez ela apertou com tudo e segurou. Colocou a cabeça pra fora e imagino que estava prestando atenção ao cheiro do ar. Depois de uns 5 segundos ela soltou o acelerador. O carro estava quente, ele tinha aprendido uma lição com aqueles pés delicados e lisinhos.

Ela disse que iria embora se eu não precisasse de mais ajuda. Agradeci a ela, fechei o capô enquanto ela calçava seus mules e saia do meu carro para o dela. Nos despedimos e eu tive sonhos deliciosos com esse episódio de pedal pumping.

 

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