Se o carro falasse desejaria nunca ter saido da fabrica!


Um dia estava sozinho em casa pois a familia tinha viajado. Eu devia ter uns 15 anos e morava numa avenida movimentada e muito barulhenta. Uma vizinha morava com os dois filhos um de 5 outro de 7 anos, ela era separada.

Ela sabia dirigir mas não tinha carro, tinha gasto o dinheiro da separação para comprar a casa, ela veia ter uns 36 anos. Já não era mais uma formosura mas tinha um rosto bonito e pés lindos. Devia calça 35 pois eram pequenos como ela. Ela tinha cabelos nos ombros bem pretos e uma boca carnuda linda. Estava acima do peso um pouquinho e tinha pernas bem douradas lisinhas e os pesinhos douradinhos com as solinhas mais branquinhas.

Era um domingo tranquilo de feriado e escutei ela lavando a varanda da casa dela enquanto eu estava tomando café. Ai lembrei que poderia rolar um revving ali mesmo e, enquanto tomava o café, eu ia imaginando uma forma de ver aqueles pezinhos acelerando.

Corri para a sala e peguei as chaves de um voyage a álcool que tinha em casa. Ele era novo, na época, mas por ser a álcool as vezes dava um pouco de trabalho pra pegar. Então eu sai de casa e fui no portão. Olhei para a esquerda onde ficava a casa dela e via água com sabão saindo pelo portão dela. Perceboi que ela realmente estava lavando a varanda e o quintal da frente.

Abri o carro e fiquei fingindo que tentava ligar mas nem girava a chave direito. fiz isso umas 5 vezes e depois eu dei partida no carro de verdade, como ele estava funcionado normal eu desliguei e fiquei varias x tentando dar partida mas não deixava ele funcionar e logo desligava, mas não puxei afogador, nem acelerei deixei todo o combustível pro final.

Ai depois de uns 10 minutos eu sai do carro e fui até o portão e vi que ela estava lavando a frente da casa e eu abri o portão e levei um saco de lixo pra fora, que não tinha muita coisa mas era só um pretexto para encontrá-la. Fiz uma firula e quando virei para entrar ela estava de frente, nos cumprimentamos e ela me perguntou como eu estava eu devolvi a gentileza e ela me perguntou se eu precisava de ajuda pois tinha ouvido eu tentar ligar o carro. Eu disse que precisava ligar senão descarregava a bateria mas não estava conseguindo pois não sabia se estava fazendo algo errado, eu não tinha carteira etc.

Ela disse que poderia me ajudar se eu quisesse pois estava terminando de lavar a calçada da frente da casa. Eu disse “Ok”. Ela se virou e me pediu pra esperar. Aí foi andando para dentro da varanda para desligar a torneira e enrolar a mangueira. Enquanto ela andava eu fiquei reparando naqueres calcanhares macios e branquinhos e me deliciando com o barulho deles batendo naquelas havaianas brancas.

Ela então voltou e eu a levei até o carro. Eu disse que não tinha muita experiência pois nao tinha carteira e ela me perguntou se era a álcool. Eu disse que era. Ela disse “Ah pode ser este o problema, carro a álcool é dificil de pegar, tem que ter jeito pois ele tem umas manhas”

Perguntei se ela já tinha tido este tipo de problema e ela respondeu que o carro que ela tinha era um escort a álcool e que o pai dela tinha até brasília a álcool (raridade mesmo, que já deve ter rendido muitos outros espetáculos) e ela já tinha aprendido alguns macetes. Principalmente com o escort dela pois era bem temperamental.

Entreguei a chave do carro e o controle do meu coração pois ele já começava a bater forte. Então ela sentou, deixou os chinelos fora do carro dizendo, nao vou molhar seu carro por isso vou deixar o chinelo aqui fora.

Posicionou o pé sobre a embreagem e colocou em ponto morto e colocou o pé direito no acelerador. Mas antes que ela ligasse o carro eu perguntei pra ela se ela poderia me mostrar quais eram os truques ela disse que ia me mostrar. Ai me posicionei estrategicamente na porta do motorista e me abaixei um pouco pra não perder nenhum detalhe.

Ela me perguntou se eu tinha tentado ligar com o afogador pois se já tivesse tentado o carro poderia estar com o combustivel congelado por isso nao pegou. Eu disse que sim.

Ela então começou a falar que o truque era dar umas bombadas no acelerador e me mostrou deu umas 5 bombadas até o fundo apertava e soltava com calma mas até o fundo e me disse “ta vendo? Tem que dar umas apertadas pra ver se joga combustivel pro carro pegar”.

Eu disse: mas quando saberei se está bom? Ela disse: vc precisa ficar atento pois se bombear demais pode afogar o carro. E deu mais umas 5 bombadas até o fundo e deu partida. O carro, para minha surpresa não pegou. Ela disse: se ele não pegar vc deve tentar de novo. Eu disse: como vc fazia no seu carro. Ela disse: bom, no meu eu ia um pouco mais forte pois ele era muito dificil bem velho mesmo. Eu disse pra ela me mostrar o jeito que ela fazia pois se funcionava tinha que ser. Ela me disse: OK. No meu carro eu bombeio mais rápido e mais forte pra dar mais pressão no combustível e começou a dar bombadas rápidas precisas e fortes, ouvia o barulho delicioso do pedal encostando no fundo e daquele pezinho no ar, movimentando e apertando aquele acelerador.

Entao ela deu partida e o carro não pegou. Ela disse que ia bombar e ligar bombando. E começou a dar bombadas ainda mais fortes e deu partida no carro aumentando a velocidade das bombadas no acelerador e o carro pegou de uma vez um pouquinho engasgado e ela então diminuiu o ritmo e a força das bombadas e começou a acelerar até o meio pra tentar firmar marcha lenta. E disse: agora que ele pegou vc tem que ficar de olho pra ver se engasga ou morre pois como eu fiquei bombando o acelerador pode dar excesso de combustível e afogar o carro. Se afogar fica mais dificil de pegar. E eu olhando aqueles lindos pezinhos com unhas clarinhas apertando e soltando de leve o acelerador até que o carro começou a dar umas pipocadas e morreu. Ela então apertou o acelerador até o meio e deu partida, o carro pegou e ela foi dando umas aceleradinhas e o carro meio engasgado aí eu perguntei se ele não ficaria normal. Ela respondeu: daqui a pouco vai, mas vamos deixar ele esquentar um pouquinho e aí dou uma limpada no carburador. Eu disse como assim? Ela disse, quando ele fica meio engasgado precisa queimar este combustível ai tem que dar umas aceleradas entendeu.

Eu disse ok.

Depois de mais umas aceleradinhas o carro morreu outra vez. Entao ela apertou o acelerador até o meio e deu partida novamente ai ele pegou meio engasgado outra vez e ela foi apertando o acelerador com mais vigor. Apertava e soltava cada vez mais forte e o motor ia respondendo e as vezes ameaçava morrer e ela continuava a apertar cada vez mais forte e dizia: tá vendo como ele está melhorando? Daqui a pouco já vai estabilizar. Eu perguntei: pq vc não dá umas pisadas já de cara? Ela respondeu: pode ser que ele morra então vou gradativamente acelerando mais aí depois é que acelero pra limpar o carburador entendeu.

E começou a apertar mais o acelerador e o carro começou a arredondar então aquele pé direito se transformou num demônio. Ela soltou o acelerador e deu a primera pisada forte soltou e apertou ainda mais forte, soltou e apertou até o fundo e segurou por uns 2s. O motor urrava deliciosamente e aqueles pesinhos se esforçavam par alcançar o fundo do pedal.

Ela deu mais umas duas pisadas fortes e depois afundou o pé de novo, mais duas pisadas fortes e uma afundada de verdade segurou por mais uns 2  e soltou. Que delicia de pedal pumping, aquele pezinho se esticando e aquele dedão espremido no acelerador pra encostar no fundo. Ela então soltou o acelerador e o carro morreu. Ela disse: precisa das estas aceleradas pra limpar mas ainda não está completamente limpo pois ele morreu. Eu disse: o seu carro era assim ou era pior? Ela respondeu: Tinha dias que era normal assim, mas tinha dias que era de matar, tinha que ficar acelerando um tempão e tinha que acelerar bem forte senão morria.

E deu a partida no carro outra vez e qdo ele pegou começou a aumentar o volume das aceleradas e desta vez não soltava o acelerador, voltava até o meio e apertava mais forte. Então começou um delicioso movimento de vai e volta, onde ela apertava o acelerador sem dó até o fundo voltava na metade e depois pisava outra vez até o fundo, até que deu uma pisada bem forte e segurou por mais uns 2 s e continuou nas aceleradas fortes e voltando a meio pedal o motor urrava e aquele pesinho se esticava todo pra fazer o voyage gemer.

Aí ela soltou o acelerador e o carro não morreu. Ela disse que se eu precisasse de ajuda poderia contar com ela. Eu agradeci e disse que ela também, se precisasse de algo poderia me falar. Ai ela calçou os chinelinhos e saiu enquanto eu observava aqueles pezinhos caminhando e aquele calcanhar delicioso batendo nas havaianas.

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