Duas Cabeleireiras Acelerando Até o fundo!


Fui cortar o cabel em um salão que abria bem cedo. Era de duas amigas a ângela, uma loira de 1,75, magra, cabelos até os ombros e pezinhos escondidos em um par de keds branquinho. E sua amiga Deyse, cabelhos cacheados, também loira mas com pés perfeitos, sempre de sandália, chinelo ou tamaquinhos revelando calcanhares lisinhos e macios além de dedos e unhas prefeitas, sempre pintadas em cor clara.

Elas invertiam os horários para cada dia uma ter que abrir o salão. Geralmente quem cortava meu cabelo era a Ângela. Quando cheguei lá, era uma terça-feira, ainda não estava aberto. Desci rápido do carro e desliguei os cabos para ele não dar partida na hora de sair.

Ela então chegou com seu Fox Prata. Estacionou, e abriu o salão. Cortou rapidamente o meu cabelo com a máquina e em menos de 20 minutos eu já estava pronto para o pedal pumping que ela nem sabia que ia fazer.

Paguei e sai com ela me acompanhando até o carro. Entrei e tentei ligar 3 vezes sem sucesso, claro. Saí do carro já destravando o capô e dizendo que era a 5a. vez que aquilo acontecia e ainda não tinha conseguido resolver o problema.

Ela perguntou o que acontecia e eu disse que as vezes ele não pegava e tinha que empurrar pra pegar. Mas que eu tentaria de outra forma pois estava atrasado. Ela então se ofereceu pra ajudar no que pudesse. Se fosse o caso me levava pra trabalhar e eu voltava pra pegar o carro à tarde.

Então eu disse que ia tentar sair de lá. Pedi pra ela dar partida no carro. Ela sentou-se ao volante mas não pisou no acelerador. Ligou 3 vezes e nada do carro pegar. Eu pedi a ela que apertasse o acelerador pra ver se ele pegava. Ela então apertou até a metade e deu mais 2 partidas. O carro não pegou. Pedi par ela pisar até o fundo que ele pegaria. Ela então apertou o acelerador e deu partida e nada. Fez mais duas tentativas e nada.

Eu encaixei sorrateiramente o cabo no lugar e fui para a porta do motorista. Disse a ela pra fazer mais uma tentativa mas com o pé encostado no fundo. Ela então apertou até o fundo e esticou bem a perna para espremer o acelerador.

Deu partida e o carro pegou rápido dando uma rápida gritada até ela tirar o pé. Quando ele pegou ela deu umas aceleradinhas até a metade tipo vai e volta. Pedi pra ela dar umas aceleradas boas. Ela não demonstrou confiança e deu algumas aceleradas fortes mas nada ensurdecedor.

Eu agradeci pela ajuda e desculpas também pelo transtorno. Que tentaria verificar o que estava acontecendo. Me disse que o marido da Deyse era mecânico e que poderia me ajudar.

Eu fui embora e acabei levando o carro neste mecânico. Ele olhou tudo no carro e não descobriu defeito, claro, não tinha nada de errado.

E neste dia descobri qual o horário que a esposa dele, a Deyse, entrava mais cedo no salão. Ela tinha pés tão perfeitos que nunca poderia imaginá-los pesados. Mas precisava tirar a prova.

3 meses depois do corte voltei ao salão mas no dia em que a Deyse ficaria cedo lá. Cheguei ainda mais cedo e deixei o radio ligado pra dar aquela descarregada na bateria ela estava meio fraca já. A Deyse chegou com um Gol Rallye amarelo, eu estava encostado no carro e ela parou na vaga ao lado. Quando abriu a porta revelou aqueles pés dirigindo descalços. Eram perfeitos demais.

Calçou as havaianas e veio me cumprimentar. Disse que a Ângela nao iria cedo naquele dia e eu respondi que se ela nao tivesse cliente poderia cortar meu cabelo. Ela disse ok.

Mais uma vez foi bem rápido o corte. Paguei e sai indo para o carro. Ela não me acompanhou. Ficou na Porta do Salão olhando com aqueles pesinhos ecostadinhos um no outro. Dei a primeira partida e estava pesada. a segunda e nada, na terceira as luzes do painel estavam ficando fracas.

Parei e destravei o capô, saí do carro e fui olhar a bateria. Ela chegou perto e disse que a bateria devia estar descarregada. Eu disse que poderia ser o terminal oxidado. Aí dei uma mexida nos cabos e pedi pra ela dar partida. Ela sentou ao volante com o pé pra fora e deu partida. Nada do carro pegar.

Perguntei a ela se ela podia dar um tranco pra mim. Claro, disse ela. Fechei o capô e fui ao lado do motorista dar uma checada se ela estava descalça. Humm e estava, que pés lindos apertando o freio com os dedos esbranquiçados de fazer força e a mesma coisa para o pezinho que apertava a embreagem.

Eu disse pra soltar o carro que ia empurrar. Ela soltou e colocamos ele na rua, aí foi empurrar para a frente até ele pegar um bom embalo pra ela dar o tranco e ele pegar de cara. Quando ele pegou eu corri pra porta do motorista pra ver o revving delicioso que ela faria. Ela começou a acelerar até o fundo, pisava e soltava, fez isso umas 5 vezes depois começou a dar aceleradas mais fortes tipo pisando e soltando até a metade e apertando de novo. Era demais aquela cena e aqueles pés clarinhos e deliciosos botando o acelerador pra baixo.

Eu disse pra ela que podia acelerar sem medo. Ela então começou a castigar, deu aceleradas doídas no carro, atolava o pé sem dó e sem piedade. Ficou dando pisadas assim por umas 6 vezes. Depois engatou a ré e foi guardar o carro outra vez. Pra dar ré deu aquela acelerada forte e foi com o carro bem rápido. Na hora de subir na calçada estava pisando e soltando o acelerador conforme a necessidade mas sempre mais forte que o normal.

Quando estacionou o carro ela deu ainda mais castigadas. Pisava sem medo. O carro urrava e ela estava concentrada naquilo. Pisava até o talo e soltava pisava outra vez sem dó e soltava. e deu uma atolada de pé final. ficou segurando um pouco e soltou.

Eu de perna bamba cheguei perto enquanto ela foi abrindo a porta. Cheguei ao lado da porta ela já ia calçar os chinelos. Perguntei se ela achava que ja estava bom. Ela manteve o pé esquerdo fora do carro no chinelo e o direito ainda descalço encostado no acelerador. Me disse que provavelmente não sabia se a bateria estava carregando mais. Talvez fosse o caso de trocar.

Pedi pra ela dar mais algumas pisadas, ela então me revelou o que eu tanto queria ver, aqueles pesinhos castigando o acelerador. Com o calcanhar encostado no chão ela afundava o acelerador até o limite. O contagiros estava frenético enquanto ela metia o pé no acelerador. Deu umas 6 aceleradas e parou. Eu pedi pra ela desligar o carro e tentar ligar outra vez.

Ela então desligou. Aí esperou um tempo, com aquele pesinho perfeito encostado no acelerador. Deu partida outra vez. A partida foi meio pesada mas ela deu conta do recado. deu 5 bombadas muito rapidas e de repente no acelerador e o carro roncou poutra vez. Aí ela não teve dúvida deu mais 3 esgoeladas com aquele pesinho perfeito castigando o motor.

Ela me disse pra passar na oficina do marido que ele poderia trocar pra mim pq ela achava que aquela já era. foi o que fiz em agradecimento aquele show de pedal pumping.

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