Mulher Acelerando nas Dunas


Fiz uma viagem para o Nordeste e fui fazer um passeio de BUG pelas dunas. Para minha sorte o BUG era conduzido por uma mulher. Ela era loira com cabelos cacheados e pezinhos lindos com esmalte clarinho. Ela andava de chinelo e quando dirigia tirava pra ir descalça.

Quando a galera foi entrando no BUG ninguém quis ir na frete, todos queriam ir na parte de trás. Eu, claro preferia ir na frente ao lado daqueles pezinhos lindos pra observar o que ia acontecer. Quando estavam todos acomodados, a motorista deu partida no BUG com o acelerador até a metade apertado. O motor roncou e mostrou sua saúde, fazia um barulho mágico sob os pezinhos daquela loira. Eu já estava louco de tesão. Ela engatou a primeira e saiu acelerando devagar. Durante o caminho ela foi falando sobre a paisagem e eu, disfarçadamente, ficava fitando aqueles pezinhos lindos controlando os pedais. Principalmente o acelerador!

Havia muitos BUGS na área e todos cheios de turistas. À medida que íamos entre as dunas ela acelerava mais e aumentava a velocidade. Mas o espetáculo começou quando subimos a primeira duna. Ela pegava embalo e quando começávamos a subir ela apertava o pé até o fundo. O motor gritava e os pneus jogavam areia pra trás enquanto o BUG subia ferozmente cada monte de areia. Eu olhava aquele pezinho empurrando o acelerador até embaixo, todo esticadinho. O pedal encostava no assoalho. Aqueles dedos ficavam esbranquiçados e ela apertava ainda mais.

Nas descidas ela ia mais cautelosa com o pé preparado pra frear e quando chegávamos na parte plana ela voltava aqueles pezinho lindo pro acelerador. Ela conhecia bem aquele carro. Às vezes, em subidas mais difíceis, ela precisava reduzir a marcha e era delicioso escutar, pois ela chegava embalada e quando precisava reduzir ela soltava o acelerador, apertava a embreagem e quando engatava a marcha dava umas pisadas até o fundo no acelerador. Tipo duas bombadas até o fim e quando soltava a embreagem pisava até o final do acelerador. Espremendo ele no fundo e fazendo o motor urrar. Mas o BUG era valente e não decepcionava.

Numa das Dunas, havia um trilho de outros carros, já bem profundo e ela tentou desviar, indo por outro caminho, mas desta vez o BUG atolou. Ele foi subindo, subindo e perdendo velocidade e aqueles pés no controle, e o acelerador até o talo apertado por aquele pezinho lindo. Até que o BUG parou e morreu. A galera deu uma zoada e ela pisou no freio. Deu partida com o calcanhar apertando o acelerador e o dedo no freio. O carro rugiu outra vez! Ela engatou a primeira e enfiou o pé no acelerador. O motor gritava alto mas o carro não saia do lugar. Ela freou! Deu ré descendo a duna.

Foi de ré um bom caminho pra trás. Freou! Aí colocou primeira, deu umas aceleradas no bug, fortes aceleradas, e arrancou! Foi pegando embalo com o pé todo enfiado no acelerador. Eu não conseguia me conter, estava de perna bamba ao ver aqueles dedos deliciosos espremendo o acelerador. Ela socava o pé no acelerador e subiu a duna com o pé fincado, pelo mesmo trilho dos outros BUGS.

Enquando a galera vibrava ela esticava a perna toda pra apertar o acelerador além do que ele podia só pra fazer o BUG subir a Duna. Ao chegar no topo ela começou a descida e se preparou para outras dunas. Aquele dia vi um espetáculo raro. Ver uma mulher no seu dia-a-dia de aceleradas. Fiquei imaginando como aqueles pezinhos chegavam em casa loucos por uma massagem de um dia de pisadas fundas no acelerador.

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