No Sítio, com Chuva, Minha Tia Apresentou seus Pezinhos Lindos para o Acelerador.


Num dia estava de férias no sítio na casa de um tio meu. Sua esposa era uma mulher muito bonita com seus 40 anos de idade e pezinhos número 34. sempre fui fascinado por aqueles pés. Sempre q podia olhava a beleza deles e o formato perfeito dos dedos e a textura daquela solinha linda e lisinha.

Neste dia estávamos indo buscar uma encomenda numa casa lá perto e estava chovendo muito. Ela me pediu pra ir com ela e entramos no carro. Era uma brasília vinho das mais novas. Entramos no carro e ela foi logo me colocando no banco traseiro pois colocaria a encomenda no banco da frente. Ela foi logo tirando os chinelos e dirigindo descalça. Era a primeira vez que andava de carro com ela. Mal podia esperar pra ver aqueles pezinhos trabalhando o pedal.

Ela deu partida na Brasília com o acelerador apertado até pra frente do meio. A brasília deu logo um rugido e ela foi saindo de ré dando aceleradas até o meio pra esquentar o motor. Cada vez que a Brasília ameaçava morrer ela dava umas pisadas mais fortes e continuava saindo. Pegamos a estrada e fomos em uma chuva muito forte.

Ela errou o caminho e continuamos pela estrada, a esta hora bem enlameada, ela dirigia com desenvoltura as vezes corrigindo a rota do carro quando ele dançava na estrada mas tudo correndo bem. Até que ela percebeu que tinha errado o caminho. Pois chegamos ao final da estrada em um barranco. Era uma parte estreita pra manobrar. Ela então foi dando ré e decidiu manobrar em uma porteira que ficava pra baixo da estrada.

Esta porteira era numa parte mais baixa portanto era um declive e estava bem liso. Ela deu ré e embicou a Brasília para a direção da porteira e deixou descer um pouco, de modo que a brasília ficou na direção da porteira com a roda de trás na estrada principal. Ela engatou a ré pra subir outra vez para a estrada principal e manobra a brasília. Soltou a embreagem e acelerou. A Brasília não subiu. Ficou patinando. Quanto mais ela apertava o acelerador com aqueles pés deliciosos mais a Brasília Patinava.

Ela então pisou no freio outra vez. Deixou a Brasília descer mais um pouco, voltou a engatar a ré e tentou subir de novo. Desta vez apertando forte o acelerador. Eu delirava ao mesmo tempo que ficava preocupado. Pois o carro não subia, ficava patinando. Ainda que ela pisasse mais no acelerador, nada acontecia, não saíamos do lugar.

Ela então pisou no freio e a Brasília desceu escorregando até perto da porteira. Aí ela falou um belo palavrão e ficou olhando nos retrovisores, olhando para os lados com aquele pezinho segurando firme o freio e a embreagem. Aquela chuva torrencial caía e a brasília ali parada. Ela pensou por algum tempo e eu sempre de olho naqueles pezinhos imaginando qual seria a jogada a seguir.

Ela então firmou o dedão no freio e com o calcanhar começou a acelerar a Brasília. Deu umas aceleradas bem fortes como que querendo despertar o carro. Deu umas pisadas bem fortes mesmo, umas 5 pisadonas com o calcanhar pra esquentar o motor fazendo ele roncar, soltou o freio rápido e enfiou o pé no acelerador até o fundo. O motor da Brasília gritou alto em meu ouvido enquanto ela espremia o acelerador até o fundo com aquele pezinho lindo e a Brasília se esforçava pra subir. Com o pedal até o fundo e o motor no giro máximo ela conseguiu subir um pouco e colocar uma das rodas de trás na estrada outra vez.

Quando a Brasília parou de subir ela pisou no freio novamente com o dedão e botou o calcanhar no acelerador. Deu um tempo pra Brasília, e depois de algum refresco pro motor ela começou outra vez a acelerar com o calcanhar, freava com a ponta do pé. O calcanhar no acelerador era pra esquentar o motor. Deu umas 5 aceleradas muito violentas com o calcanhar e enfim atolou o pé sem dó com o calcanhar mesmo até o fundo.

A Brasília urrava forte em meu ouvido e ela foi soltando a embreagem devagar, sem soltar o freio, e com o calcanhar atolado no acelerador. Aos poucos ela foi soltando o freio e conseguiu plantar o pé todo no acelerador já atolado no fundo. A Brasília se esforçava para sair do lugar e ela pressionava muito aquele pezinho tentando apertar o acelerador até onde ele não podia ir, esticando a perna e revelando marquinhas do pedal em seu calcanhar já bem sujinho.

O carro não se moveu. Ela pisou no freio outra vez. Puxou o freio de mão até onde pôde. Soltou o freio e o carro ficou parado. Ela então foi se concentrando, dando aceleradas bem fortes, tipo pisando até o fundo e voltando até a metade, na Brasília até fazer um movimento sincronizado perfeito. Fincou o pezinho no acelerador, soltou a embreagem e o freio de mão. A brasília deu um salto pra trás. Depois que ela fincou o pé aquele motor estava urrando atrás de mim enquanto o carro subia devagar mas constantemente para a estrada até que ela conseguiu manobrar e freiou, mais uma vez, dando pisadas bem fortes no acelerador com o calcanhar.

Aí engatou a primeira e foi dirigindo normalmente com aqueles pezinhos deliciosos a esta altura com o calcanhar marcadinho e pelo acelerador.

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