Minha Empregada outra Vez Acelerando


Uma antiga empregada la de casa, a qual relatei nesta história aqui, e proporcionou outras cenas inesquecíveis de pedal, mas agora mais recentes. A encontrei um dia indo para casa, mas ela estava trabalhando em outro lugar. Ofereci carona a ela e no trajeto fomos conversando sobre diversas coisas.

Eu não conseguia não olhar para aqueles pés de x em qdo, me lembrava muito do dia que ela acelerou a inha brasília com aqueles pezinhos suculentos. Fiquei tentando imaginar uma maneira de ver aqueles pezinhos acelerando, porém neste dia, ela estava de sandália, mas tudo bem.

Ela então me perguntou se eu ainda tinha a Brasília e eu respondi que sim. Disse ainda que estava levando aquele carro em que estávamos para um comprador, mas que estava inseguro pois achava que o escapamento estava furado e que isso desvalorizava bastante o carro.

Logo imaginei que poderia pedir ajuda a ela para conferir. Ela não precisava saber que o escapamento estava realmente furado, mas que eu não estava tentando vener o carro.

Ela então me perguntou se custava caro para verificar isso. Foi a melhor pergunta que ela poderia ter me feito naquele dia. meu coração já estava batendo mais forte a esta altura. Eu disse que dava pra verificar por mim mesmo, mas que precisava olhar embaixo do carro enquanto alguém acelera, para verificar se sai fumaça e qual o tamanho do buraco no silenciador etc.

Ela então me disse: Quer que eu ajude você? Nessa hora eu fiquei quase sem ar. Já estava de coração acelerador e muito apetitoso. respondi que seria uma ajuda bem-vinda.

Logo encostei o carro na beira da rua e fui logo soltando meu cinto, ela me disse pra explicar a ela o que deveria fazer. Disse que era simples, ela deveria acelerar conforme eu pedisse para verificar o escapamento.

Ela passou para o lado do motorista e eu dei as instruções a ela para que atendesse aos gestos que eu faria com a mão para mostrar o quanto ela deveria acelerar. ela não estava muito à vontade ao volante mas sabia que só precisava apertar o que estava mais à direita.

fui para trás do carro e disse pra ela que primeiro verificaria a superfície e pedi ra ela apertar até a metade e segurar constante. Ela logo encostou o pé e ficou segurando bem pra cima da metade. Fingi olhar embaixo do carro na parte taseira.

Depois me aproximei da porta do motorista pra não ficar perto da saída do escape pq eu eu planejava ver aqueles pezinhos acelerando outra vez. Então pedi pra ela acelerar mais forte e mostrei o que ela deveria fazer.

Ela primeiro começou a pisar e soltar. Pisava até o fundo e soltava. Pedi pra ela acelerar mais e ela aumentou a velocidade. Pisava e soltava, o carro gritava alto e ela foi entrando no ritmo.

pedi então pra ela fazer diferente, disse pra ela pisar até o fundo mas não soltar tudo e já pisar outra vez. Assim ela fez. Começou a dar pisadas frenéticas no acelerador e eu me dividia entre olhar por baixo do carro e olhar aqueles pezinhos suculentos.

Pedi mais e mais aceleradas. Ela não aprava de accelerar, sempre seguindo minhas orientações. O carro estava gritando alto enquanto ela estava com um ritmo rápido das aceleradas. Metia o pé soltava a té a metade, espremia de novo, bem rápido e sequencialmente. O barulho era ensurdecedor e o cheiro delicioso. Pedi pra ela parar. Disse que realmente estava furado.

Ela então disse o que eu ia fazer, eu então caprichei, disse que precisava ver se estava soltando fumaça preta para que a polícia não apreendesse o carro. Ela disse como fazia isso. Eu disse que teria que acelerar o carro mas desta vez teria que ser diferente. Já fui explicando antes que ela desistisse.

Depois de tudo explicado perguntei se ela estava pronta, ela disse ok. Então ela se ajeitou no banco e seguiu à risca o que combinamos. Começou com bombadas fortes e rápidas no acelerador subindo o giro gradativamente. Pisava e soltava bem rápido e com violência.

Fincou o pé várias x desta forma até que deu uma socada com violência no acelerador e segurou ele no fundo. O carr gritou insistentemente e ela continuoucom o pé atolado no acelerador.

depois de uns 6 segundos voltou a dar pisadas e soltadas, mas agora com os pezinhos mais relaxados e a violência das pisadas e velocidade aumentou, o carro não tinha tempo de parar de gritar e ela continuouno ritmo frnético até que fincou o pé outra vez até o talo e segurou.

Pedi pra ela apertar mais e ela esticou a perna mas n±ão soltou o acelerador. ficou por longos 10 segundos e eu epdi pra ela soltar. Fiquei com medo de estourar meu carro, pq tenho certeza que ela não soltaria.

Então eu disse que estava ok quanto à fumaça. ela voltou para o banco do carona e continuamos nosso trajeto. perguntei se ela não tinha vontade de aprender a dirigir e ela disse que nunca tinha pensado nisso.

Me ofereci pra dar umas aulas pra ela, se ela gostasse daria continuidade, se não curtisse deixava de lado. A resposta dela me proporcionou mais histórias que contarei no blog.

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