Mulher dando Tranco no Palio Branco


Um dia, andando pela rua, vi um palio branco com uma loira ao volante. O capô estava aberto e tinha um cara mexendo no motor.

Fui me aproximando e percebi que ela tentava dar partida no carro, que não pegava, Mas deu pra perceber que a bateria estava bem fraca. A mulher saiu do carro e foi falar com o cara que estava mexendo no motor.  Então o cara fechou o capô e começou a gesticlar com ela.

Cheguei mais próximo e pude reparar que a mulher estava de havaianas e tinha pezinhos lindos com unhas clarinhas. Ela foi se encaminhando para dentro do carro e o cara foi para a parte de trás. Logo percebi que ele iria empurrar o carro.

Nessa hora cheguei e perguntei se ele precisava de ajuda para empurrar. Ele aceitou e então a mulher sentou-se ao volante e se preparou para dar o tranco. Fechou a porta do palio e engatou a marcha e deixou a chave ligada.

Fomos eu e o cara empurrar o palio numa rua plana. Empurramos pos alguns metros e na primeira tentativa o carro não pegou. Empurramos outra vez e ele ameaçou pegar. Fomos para a frente do carro e empurramos de ré, o carro pegou mas morreu em seguida.

Na quarta tentativa embalamos bastante o carro e quando a mulher deu o tranco o carro pegou. Logo que pegou ela deu duas aceleradas fortes e então pisou até o meio e ficou segurando por algum tempo. Depois de uns 10 segundos com o acelerador pisado até o meio ela soltou e começou a dar violentas aceleradas no palio.

Pisava até sair fumaça do escapamento. essgoelou o palio bem forte fazendo o motor urrar. Ela pisava até o fundo, soltava e já atolava o pé outra vez. Foi fantástico ver aquela cena pois ela metia o pé sem medo.

Deu muitas aceleradas violentas e depois voltou a manter o acelerador no meio e segurou acelerando assim. Ela então nos agradeceu e saiu com o carro. Quando parou no semáforo ainda deu mais algumas aceleradas mas não tão fortes.

Minha Empregada outra Vez Acelerando


Uma antiga empregada la de casa, a qual relatei nesta história aqui, e proporcionou outras cenas inesquecíveis de pedal, mas agora mais recentes. A encontrei um dia indo para casa, mas ela estava trabalhando em outro lugar. Ofereci carona a ela e no trajeto fomos conversando sobre diversas coisas.

Eu não conseguia não olhar para aqueles pés de x em qdo, me lembrava muito do dia que ela acelerou a inha brasília com aqueles pezinhos suculentos. Fiquei tentando imaginar uma maneira de ver aqueles pezinhos acelerando, porém neste dia, ela estava de sandália, mas tudo bem.

Ela então me perguntou se eu ainda tinha a Brasília e eu respondi que sim. Disse ainda que estava levando aquele carro em que estávamos para um comprador, mas que estava inseguro pois achava que o escapamento estava furado e que isso desvalorizava bastante o carro.

Logo imaginei que poderia pedir ajuda a ela para conferir. Ela não precisava saber que o escapamento estava realmente furado, mas que eu não estava tentando vener o carro.

Ela então me perguntou se custava caro para verificar isso. Foi a melhor pergunta que ela poderia ter me feito naquele dia. meu coração já estava batendo mais forte a esta altura. Eu disse que dava pra verificar por mim mesmo, mas que precisava olhar embaixo do carro enquanto alguém acelera, para verificar se sai fumaça e qual o tamanho do buraco no silenciador etc.

Ela então me disse: Quer que eu ajude você? Nessa hora eu fiquei quase sem ar. Já estava de coração acelerador e muito apetitoso. respondi que seria uma ajuda bem-vinda.

Logo encostei o carro na beira da rua e fui logo soltando meu cinto, ela me disse pra explicar a ela o que deveria fazer. Disse que era simples, ela deveria acelerar conforme eu pedisse para verificar o escapamento.

Ela passou para o lado do motorista e eu dei as instruções a ela para que atendesse aos gestos que eu faria com a mão para mostrar o quanto ela deveria acelerar. ela não estava muito à vontade ao volante mas sabia que só precisava apertar o que estava mais à direita.

fui para trás do carro e disse pra ela que primeiro verificaria a superfície e pedi ra ela apertar até a metade e segurar constante. Ela logo encostou o pé e ficou segurando bem pra cima da metade. Fingi olhar embaixo do carro na parte taseira.

Depois me aproximei da porta do motorista pra não ficar perto da saída do escape pq eu eu planejava ver aqueles pezinhos acelerando outra vez. Então pedi pra ela acelerar mais forte e mostrei o que ela deveria fazer.

Ela primeiro começou a pisar e soltar. Pisava até o fundo e soltava. Pedi pra ela acelerar mais e ela aumentou a velocidade. Pisava e soltava, o carro gritava alto e ela foi entrando no ritmo.

pedi então pra ela fazer diferente, disse pra ela pisar até o fundo mas não soltar tudo e já pisar outra vez. Assim ela fez. Começou a dar pisadas frenéticas no acelerador e eu me dividia entre olhar por baixo do carro e olhar aqueles pezinhos suculentos.

Pedi mais e mais aceleradas. Ela não aprava de accelerar, sempre seguindo minhas orientações. O carro estava gritando alto enquanto ela estava com um ritmo rápido das aceleradas. Metia o pé soltava a té a metade, espremia de novo, bem rápido e sequencialmente. O barulho era ensurdecedor e o cheiro delicioso. Pedi pra ela parar. Disse que realmente estava furado.

Ela então disse o que eu ia fazer, eu então caprichei, disse que precisava ver se estava soltando fumaça preta para que a polícia não apreendesse o carro. Ela disse como fazia isso. Eu disse que teria que acelerar o carro mas desta vez teria que ser diferente. Já fui explicando antes que ela desistisse.

Depois de tudo explicado perguntei se ela estava pronta, ela disse ok. Então ela se ajeitou no banco e seguiu à risca o que combinamos. Começou com bombadas fortes e rápidas no acelerador subindo o giro gradativamente. Pisava e soltava bem rápido e com violência.

Fincou o pé várias x desta forma até que deu uma socada com violência no acelerador e segurou ele no fundo. O carr gritou insistentemente e ela continuoucom o pé atolado no acelerador.

depois de uns 6 segundos voltou a dar pisadas e soltadas, mas agora com os pezinhos mais relaxados e a violência das pisadas e velocidade aumentou, o carro não tinha tempo de parar de gritar e ela continuouno ritmo frnético até que fincou o pé outra vez até o talo e segurou.

Pedi pra ela apertar mais e ela esticou a perna mas n±ão soltou o acelerador. ficou por longos 10 segundos e eu epdi pra ela soltar. Fiquei com medo de estourar meu carro, pq tenho certeza que ela não soltaria.

Então eu disse que estava ok quanto à fumaça. ela voltou para o banco do carona e continuamos nosso trajeto. perguntei se ela não tinha vontade de aprender a dirigir e ela disse que nunca tinha pensado nisso.

Me ofereci pra dar umas aulas pra ela, se ela gostasse daria continuidade, se não curtisse deixava de lado. A resposta dela me proporcionou mais histórias que contarei no blog.

A Morena do Golzinho Cinza


Um dia estava em uma praça na hora do almoço esperando apra voltar para o trabalho. Vi uma morena se aproximando de um gol cinza. Não era nenhuma princesa mas tinha um corpo bonito. usava sapatos de salto e uma saia preta que ia até os joelhos. Tinha belas pernas bronzeadas.

Ela abriu a porta e entro no carro, colocando suas coias no banco do carona. Estava próximo e consegui ver como ela se ajeitava dentro do carro. Antes de trancar a porta pude ver que ela não retirara os saltos para dirigir.

Fiquei imaginando o que poderia acontecer até que ela, antes de dar partida, bombeou rapidamente o acelerador. Deu algo em torno de 5 bombadas bem rápidas no acelerador e deu partida. O carro não pegou.

Ela, ainda com a porta aberta, continuou o show. deu mais umas 10 bombadas no acelerador e nada do carro pegar. Era um gol novo, mas com certeza o tanque de partida a frio estava vazio.

Ela fez mais algumas tentativas, mas já com a porta fechada. Tentei me aproximar mais para uma possível ajuda a ela. No entando não foi preciso. Um guardador de carro chegou ao lado e se ofereceu pra emurrar o carro. Ela abaixou o vidro e disse que o carro funcionou de manhã mas naquela hora estava difícil, mesmo bombeando o acelerador.

Ouvir aquela fala me deixou certo de que ela tinha habilidade e entendia como fazer pro carro pegar.

O guardador então insistiu que talvez com um tranco ele pegasse. Ela logo aceitou a oferta. Nesta hora me ofereci pra ajudar. Queria ver de perto esta cena. O guardador começou a empurrar por trás o carro e eu fiquei na quina ao lado do motorista pra ver como ela se saía. Empurramos por alguns metros como força pra pegar velocidade rápido. Já na primeira tentativa o carro pegou.

Logo que ele ligou a morena já deixou claro quem mandava. Assim que deu o tranco ela já estava com o pé fincado no acelerador. O carro pegou um pouco engasgado mas logo já deu o primeiro berro.

Ela soltou o acelerador e quando o carro ameaçou morrer ela logo deu umas socadas no pedal. Ela pisava com vontade, apertando até o fundo e soltando metade e já fincando o pé outra vez. Depois de umas 10 aceleradas bem fortes e deliciosas e alguma fumaça saindo do escape, o cheiro em volta do carro era delicioso.

Ela agradeceu a mim e ao guardador de carros e enquanto falava com a gente ficou com o pedal apertado até a metade em aceleração constante. Cheguei mais de perto pra ver aqueles pés impiedosos. Eram pequenos mas valentes.

Me despedi e ela foi saindo quando o carro quase morreu, ela voltou na embreagem e deu mais algumas pisadas fortes. Pisava sem dó, como se quisesse descontar no carro o tempo perdido. Dava afundadas no pé e soltava e já socava outra vez.

Aquele golzinho deu umas gritadas altas que eu fiquei com o coração na boca.

Mulher Acelerando o Puma


Andando pelo centro da cidade, avistei uma mulher loira de uns 45 anos, calçando um par de tamancos que só mostravam o calcanhar lisinho dela. Ela estava abrindo a porta de um Puma, um carro antigo feito na plataforma do fusca, portanto, com aqueles pedais perfeitos pra assistir um show de Pedal Pumping.

Quando ela entrou e trancou a porta eu andei mais rápido para ver se ia dirigir descalça. Ao passar ao lado, olhei pela janela enquanto ela bombeava o acelerador, de tamancos, antes de ligar o carro.

Ela dava umas bombadas fortes no acelerador antes de dar a partida. O semáforo fechou para os pedestres e fiquei prestando atenção ao carro para ver se ela acelerava. Depois de umas bombadas ela deu partida com o pedal apertado, quando o carro ligou estava acelerado, mas não até o fundo.

Ela deu algumas aceleradas até a metade e foi saindo quando o carro morreu. Ela deu partida outra vez mas o carro não pegou. Ela então deu mais algumas bombadas no acelerador e deu partida novamente. Enquanto o semáforo não abria eu prestava atenção aos sons e movimentos dela dentro do carro.

Ao dar a partida novamente o carro pegou mais acelerado que da primeira vez. Ela deu mais algumas aceleradas mais fortes que o meio e foi sair da vaga. Quando foi sair da vaga o carro ameaçou morrer outra vez.

Quando o carro ameaçou morrer ela logo pisou na embreagem e deu 3 esgoeladas no puma. Pisou forte sem dó até o final. Saiu uma fumaça característica do escapamento quando dá essas aceleradas. O carro gemeu alto chamando atenção na rua.

Depois das 3 esgoeladas ela deu mais umas 3 aceleradas fortes e saiu com o carro pisando fundo pra ir embora.

Amiga do Trabalho Acelerando Meu Carro


Alguns meses depois de ver a Mulher Acelerando seu Renault Duster, me senti inspirado e fiquei pensando quando veria novas aceleradas como aquelas. Eu marquei com uma amiga do trabalho pra ela ir em casa negociar uns móveis que eu estava vendendo. Quando ela chegou, meu carro na garagem estava com o capô aberto. Ela parou o carro dela em frente ao meu e fui recebê-la. Era uma loira meio gordinha, com um lindo sapato de salto alto com o calcanhar à mostra e preso com uma tira no calcanhar.

Ela tinha pezinhos 36 lindos lisinhos. Já a tinha visto um dia numa piscina e ela tinha solinhas perfeitas. Infelizmente era casada. Devia ter uns 33 anos na época. Ela me perguntou o que tinha acontecido, disse que a bateria havia arriado e que precisaria que ela me ajudasse. Ela logo disse que quem empurraria seria eu e deu risada.

Eu perguntei se ela sabia dar tranco. Ela disse que sim. Eu, em tom de brincadeira, perguntei como se fazia. Ela logo disse “É so deixar a chave virada, engatar a segunda e dar o tranco, quando pegar dá uns pisões no acelerador”. Aquela conversa já estava me deixando de perna bamba. Eu então disse que ela teria a chance de provar que sabia.

Entramos e negociamos por algum tempo. Fechamos negócio e ela me disse que mandaria alguém buscar a cama e a mesa que ela tinha comprado. Quando fomos saindo da casa ela me perguntou se precisava de ajuda com o carro e eu disse que podíamos tentar ligar. Caso contrário teria que comprar uma bateria nova.

Ela então falou que ia tirar o carro dela da frente para que o meu pudesse passar. Manobrou rapidamente e com grande habilidade. Veio então para o meu carro e já foi se ajeitando no banco. Puxou o banco pra frente para alcançar os pedais, apertou a embreagem e revelou aquele calcanhar lindo e lisinho bem esticadinho. Deu uma apertada no acelerador, como que querendo sentir a dureza do pedal.

Engatou a segunda marcha e girou a chave. As luzes acenderam forte, pois o carro não tinha problema nenhum. Mas ela não sabia, então eu disse que ela podia soltar o freio de mão que eu empurraria.

Ela soltou o freio e o carro começou a se movimentar. eu fazia força pra que ele andasse mais rápido mas sempre do lado da porta do motorista pra ver aqueles pezinhos lindos acelerando.

Ela me disse que ia dar o tranco. Eu acompanhando tudo aquilo pela janela até que ela deu o tranco e pisou no freio. O Carro tinha pegado, ela logo que parou o carro, puxou o freio de mão e já deu logo uma acelerada forte no carro.

Ficou dando umas aceleradas até a metade, pisando e soltando. Depois voltou a acelerar forte. Deu umas 10 pisadas até o fundo e soltou. Pisou de novo e soltou. Sempre encostando o pedal no fundo e soltando.

Eu estava muito excitado e queria mais. Pedi pra ela dar ré e voltar com o carro pra garagem. Ela com habilidade parou rapidamente dentro da garagem. Eu então pedi pra ela acelerar sem dó enquanto eu pegasse meus documentos pra ir numa oficina ver se precisaria trocar a bateria.

Pedi pra ela acelerar bem forte e desse umas esgoeladas pra fazer a bateria carregar. Ela então começou a acelerar bem forte. Pisava e soltava até o fundo, pisava e soltava até o fundo. O carro estava gritando deliciosamente e eu corri pro banheiro pra gastar a minha energia escutando aquelas aceleradas, imaginando aqueles pezinhos apertando o acelerador.

O melhor estava pro vir, quando eu entrei em casa ela começou a fazer o carro gemer, pisava até o talo e entrou num ritmo gostoso. Ela pisava forte até o fundo por umas 4 vezes e depois dava uma esgoelada, segurando o acelerador no talo por uns 3 segundos. Depois mais 4 fincadas de pé e mais uma esgoelada sem dó.

Fez isso por algumas vezes, enquanto eu me acabava de prazer no banheiro escutando o carro sofrer. Quando saí de casa fui até a porta do motorista, com as pernas bambas e pedi pra que ela desligasse o carro e ligasse outra vez. Ela então deu 2 pisadas fortes e desligou. Esperou um tempo e deu partida apertando o acelerador até a metade.

O carro pegou rapidamente e ela disse que sabia o que estava fazendo, e deu risada. Eu disse que ela realmente sabia. Pedi pra ela acelerar mais um pouco. Ela então deu mais 6 aceleradas bem fortes, até o talo. Pedi pra ela dar uma esgoelada. Ela estava a vontade e afundou o pé no acelerador bem rápido com aquele sapato lindo esticando aquele calcanhar delicioso.

Ficou com o pé atolado no acelerador por uns 6 segundos até eu pedir pra ela parar. Ela saiu do carro e foi embora relembrando que marcaria para alguém buscar os móveis.

Mulher Acelerando Renault Duster


Estes dias estava com o carro estacionado no centro da cidade, era mais ou menos umas 7:30 da manhã. Eu estava esperando abrir uma ótica para buscar minhas lentes.

Uns 5 metros pra frente Havia um Renault Duster parado em frente a uma casa. Eu estava escrevendo em meu celular quando saiu uma mulher de camiseta, bermuda jeans e sandália preta. Fiquei reparando enquanto ela fechava o portão da casa, tentando imaginar como seriam aqueles pezinhos.

Ela era baixinha e devia ter uns 45 anos. Ela logo trancou o portão e entrou no carro. Reparei que ela tentou abrir a porta do carro com o controle do alarme mas a luz do carro não piscou. Ela então abriu a porta do carro com a chave, entrou e fechou a porta.

Eu abri os vidros do meu carro e desliguei o rádio para ouvir a partida do carro. A rua estava  vazia ainda, passaram-se 5 minutos e eu não escutei a partida do carro. Então a mulher saiu e abriu o capô do carro. Meu coração disparou! Tinha certeza que o carro dela estava sem bateria.

Ela então viu que eu estava no carro e se encaminhou até mim. perguntou se eu poderia ajudá-la pois o carro estava com a bateria fraca. Eu disse que poderia e que tinha cabos de bateria em meu carro para auxiliar.

Ela demonstrou alívio e seguiu em direção ao carro enquanto eu liguei meu carro para manobrar e colocar em posição de ligar as baterias. Enquanto eu ia fiquei reparando no calcanhar dela. Era branquinho e lisinho, bem suculento. Devia ser uma delícia de chupar.

Estacionei o meu carro na posição correta e peguei os cabos de bateria. Perguntei se era a primeira vez que acontecia e ela me disse que com o Duster era a primeira vez, mas tinha acontecido com muitos outros carros dela.

Eu então liguei os cabos em minha bateria e me encaminhei para conectá-los à bateria do carro dela. Ela já foi se encaminhando para o Duster para dar partida. Pedi que ela esperasse um pouco para que a energia circulasse entre os carros, pois meu carro ainda estava com motor frio, portanto eu achava que poderia não funcionar.

Ela me disse que tudo bem mas que precisava tentar rápido para não se atrasar. Eu disse que poderíamos agilizar então para que ela chegasse ao destino a tempo. Pedi a ela que esquentasse o motor do meu carro acelerando ele.

Ela se encaminhou para meu carro, acomodou-se no banco e apertou o acelerador até a metade e ficou segurando. O ronco do motor era moderado. Eu fiquei fingindo segurar o cabo ligado à bateria enquanto ficava excitado imaginando aquele pezinho acelerando.

Soltei os cabos e fui até a porta do motorista do meu carro e mostrei a ela onde a temperatura deveria estar para ela ligar o carro dela, então pedi que ela acelerasse forte meu carro para poder esquentar rápido.

Ela então começou a dar aceleradas fortes no meu carro sem constrangimento. Pisava até o fundo e soltava. Deu umas 10 aceleradas até o fundo, soltando e pisando. O pezinho dela era demais e quando ela acelerava até o fundo esticava a perna e mostrava a curvinha linda entre o pezinho e a sandália.

Depois das 10 aceleradas ela parou, esperou um tempo, e viu que a temperatura havia subido um pouco, acelerou de novo forte e soltou, mais uma vez e soltou. pedi pra ela acelerar forte mais algumas vezes. Ela então deu 5 pisadas fortes até o fundo e não soltou totalmente e já pisou outra vez.

Meu carro Roncou alto enquanto eu ficava de perna bamba vendo aqueles pezinhos branquinhos acelerando forte. Eu então disse que acho que já dava, mas, por segurança eu ficaria segurando os cabos da bateria.

Ela saiu do meu carro e já foi se acomodando no carro dela. Deu partida a primeira vez e o carro não pegou. Tentou a segunda e ele ainda não pegou. Ela deu umas 5 bombadas no acelerador e deu partida outra vez. O carro não pegou. Ela então começou a bombar o acelerador forte tipo tirando o pé do chão e afundando o acelerador. Deu umas 10 bombadas assim e deu partida. O carro ainda não pegou. Ela deu um tempo.

Depois de um minuto eu soltei os cabos e me encaminhei para a porta do motorista do carro dela que estava aberta. Disse que o carro deveria legar logo pois a bateria devia estar descarregada. Ela então começou a dar bombadas no acelerador. Depois de umas 15 bombadas ela deu partida no carro mas sem parar de socar o acelerador. Quando o carro começou a querer pegar ela aumentou o peso e a velocidade daqueles pezinhos. Bombou forte o acelerador  e rápido até que o carro pegou.

Quando o Duster deu partida ela continuou bombando o acelerador fazendo o carro gritar alto. Bombava rápido e forte que o carro quase engasgou. Mas ela estava no controle! Quando ele ameaçou engasgar ela parou de bombar o acelerador e deu umas aceleradas até o fundo e soltou. Deu umas 4 aceleradas assim, quando viu que o carro não ia engasgar ela começou a fincar o pé sem dó. Eu estava ao lado assistindo a cena mais incrível dos últimos tempos. Ela metia o pé no acelerador fazendo o Duster urrar sem parar. Ela pisava sem dó mesmo. Apertava até o fundo em sequência mas não soltava até o fim o acelerador. Pisava até o talo, voltava na metade e pisava tudo de novo. Fazia isso com certa velocidade não dando trégua pro Duster.

Depois de umas 10 aceleradas dessa ela fincou o pé e segurou. Esmagou o acelerador que dava pra ver seus dedinhos brancos apertados contra a sandália apertando o acelerador até o fundo. O motor gritava alto sem trégua e ela esticava aquela perna lisinha.

Depois de uns 4 segundos ela soltou o acelerador e voltou a pisar forte e soltar até a metade. Mais umas 5 aceleradas fortes sem dó.

Aí eu disse pra ela que ia desligar os cabos pra ver se tinha resolvido. Ela disse ok e desligou o carro. Eu desliguei o cabo da bateria dela e disse que ela podia ligar o carro. Ela então deu a partida e o carro girou pesado a partida como se não fosse pegar.

Ela logo voltou no acelerador e bombou rápido e forte. O carro pegou e ela começou a esgoelar ele sem medo e sem dó. Afundava o pé e fazia o motor gritar muito. Pisava e soltava até o fundo sem voltar o pedal todo e já fincava de novo o acelerador no fundo em rápido. Parecia que estava descontando a raiva. Deu umas 20 aceleradas dessa e depois fincou o pé e segurou no fundo. O motor do carro estava gritando muito e ela não mostrou que queria parar. Ela segurou o acelerador no talo por uns 7 segundos e soltou.

Deu mais umas 6 esgoeladas no carro e parou. Eu disse que achava que não ia dar mais problema. Ela desligou o carro. Esperou um tempo. E foi dar partida outra vez, mas com o acelerador todo no fundo. Girou a chave e o carro logo urrou alto e ela soltou, deu mais algumas aceleradas fortes, me agradeceu e saiu com o carro.

 

 

A New Pedal Goddess


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Muitas Aceleradas da Morena num Domingo Preguiçoso


Saí com meu carro para dar uma volta estes dias. Peguei uma estrada que não te muito movimento que liga minha cidade a outra mas pela zona rural. Porém sem estrada de terra. Fui andando e contemplando a paisagem. Chegando próximo a uma curva vi uma morena com corpo bem enxuto. Magra e com cabelos pretos lisos na altura da cintura. Estava caminhando com algumas sacolas e pediu carona, acenando com a mão.

Eu fiquei meio ressabiado em dar carona mas arrisquei. Encostei o carro e ela me perguntou se podia dar carona para ela pois morava a uns 5km dali. Eu disse que sim ela entrou com suas compras, 3 sacolas não muito cheias. Estava com uma sandália que me deixava ver pezinhos perfeitos e calcanhares lisinhos. Tinha pés morenos e unhas clarinhas com francesinha.

Fiquei imaginando aqueles pezinhos acelerando enquanto a moça se arrumava e colocava o cinto de segurança. Fomos conversando durante o caminho e eu indo devagar pra poder olhar aqueles pezinhos o mais possível, às vezes ela mexia os dedos naquela sandalinha e dava pra ver que ela usava bem pois tinham as marcas de seus dedos.

Fiquei pensando num jeito de ver aqueles pezinhos acelerando, aí fui puxando a conversa pro lado que precisava saber, perguntei se ela dirigia e ela disse que sim mas estava sem carro pois o carro quebrou na cidade e estava no mec6anico, ela pegou carona até uma parte da estrada e depois quando eu passei ela pediu pra terminar o caminho dela.

Morava numa chácara ali por perto. Eu então pensei que não podia perder a chance. Fingi que o carro estava falhando, isso faltando 2km pra chegar na casa dela. Rapidamente encostei o carro e puxei a alavanca do capô. Ela perguntou se havia algo errado e eu disse que iria verificar.

Abri o capô e fingi mexer no motor, perguntei se ela podia desligar o carro por um instante. Ela desligo a chave. Eu desliguei o cabo de partida rapidamente e fingi mexer em outras coisas. Pedi pra ela ligar o carro. Lógico que não ia pegar, mas ela colocou em ponto morto e virou a chave e nada. Tentou mais 3 vezes e nada. Aí ela mesma saiu do carro e sentou ao volante. Disse que ia tentar outra vez.

Pedi pra ela dar umas bombadas no acelerador. Ela assim o fez. Escutava o tec tec do pedal batendo no chão e imaginando aqueles pezinhos lindos pisando. Ela tentou mais duas vezes bombando o acelerador e nada. Pedi pra ela então bombar com força o acelerador. Ela começou a bombar forte o acelerador mas sem dar partida enquanto isso eu religuei o cabo e fui até o lado da porta do motorista.

Quando cheguei ela parou de pisar no acelerador. Eu então pedi pra ela dar mais algumas bombadas bem fortes e fiquei olhando aqueles pezinhos lindos apertando com vontade o acelerador. Depois de mais algumas bombadas fortes pedi pra ela ligar o carro. Ela deu partida e o carro pegou normalmente. Ela deu uma acelerada até a metade e depois mais 4 aceleradas fracas. Eu me afastei para a parte traseria do carro e depois fui até o motor e pedi pra ela acelerar. Ela me perguntou se era pra acelerar forte. Eu quase desmaiei rs, disse pra ela pisar forte sem dó.

Uau que pés nervosos, ela deu algumas aceleradas até o fundo pisando e soltando, pedi pra ela pisar mais e ela logo pisou mais forte, pisava até o fundo e soltava. repetiu umas 4 vezes. Fui até o lado dela e disse pra ela dar umas esgoeladas no carro pq eu queria ver a fumaça que saía do escapamento.

Ela então deu 5 esgoeladas no carro eu estava de perna bamba fiquei observando a parte de trás do carro escutando o carro gritar. Perdi a vergonha e pedi mais. Passei pela porta e disse pode pisar sem medo. E ela esgoelou o carro mais umas 6 vezes. Mas agora eu estava ao lado olhando aqueles pezinhos lindíssimos castigando o acelerador pisando sem dó. Calcanhar encostado no chão levantava a ponta do pé e afundava o acelerador e quando ele chegava no fundo ela ainda pressionava deixando seu dedão esbranquiçado. Que cenas!!!

Fui para o motor e ela ainda deu mais 4 esgoeladas sem medo. Pedi pra ela afundar o pé e segurar. Ela então fincou o pé de uma vez e segurou por uns 4 segundos. Fechei o capô e pedi pra ela pisar e segurar outra vez. Ela fincou o pé de novo e não soltou eu fui até a porta do carro para ver aquele pezinho lindo esmagando o acelerador e depois de uns 6 segundos disse que ela podia soltar.

Ela voltou pro lado do carona e deixei-a na casa dela. Pedi desculpas pelo problema no carro e ela me agradeceu por ter dado carona e que problemas sempre aconteciam. Me agradeceu mais uma vez e eu fui embora.

Meu carro sentiu o peso daqueles pés lindos e eu não via a hora de chegar em casa para lembrar daquele momento especial.