Mulher Acelerando o Puma


Andando pelo centro da cidade, avistei uma mulher loira de uns 45 anos, calçando um par de tamancos que só mostravam o calcanhar lisinho dela. Ela estava abrindo a porta de um Puma, um carro antigo feito na plataforma do fusca, portanto, com aqueles pedais perfeitos pra assistir um show de Pedal Pumping.

Quando ela entrou e trancou a porta eu andei mais rápido para ver se ia dirigir descalça. Ao passar ao lado, olhei pela janela enquanto ela bombeava o acelerador, de tamancos, antes de ligar o carro.

Ela dava umas bombadas fortes no acelerador antes de dar a partida. O semáforo fechou para os pedestres e fiquei prestando atenção ao carro para ver se ela acelerava. Depois de umas bombadas ela deu partida com o pedal apertado, quando o carro ligou estava acelerado, mas não até o fundo.

Ela deu algumas aceleradas até a metade e foi saindo quando o carro morreu. Ela deu partida outra vez mas o carro não pegou. Ela então deu mais algumas bombadas no acelerador e deu partida novamente. Enquanto o semáforo não abria eu prestava atenção aos sons e movimentos dela dentro do carro.

Ao dar a partida novamente o carro pegou mais acelerado que da primeira vez. Ela deu mais algumas aceleradas mais fortes que o meio e foi sair da vaga. Quando foi sair da vaga o carro ameaçou morrer outra vez.

Quando o carro ameaçou morrer ela logo pisou na embreagem e deu 3 esgoeladas no puma. Pisou forte sem dó até o final. Saiu uma fumaça característica do escapamento quando dá essas aceleradas. O carro gemeu alto chamando atenção na rua.

Depois das 3 esgoeladas ela deu mais umas 3 aceleradas fortes e saiu com o carro pisando fundo pra ir embora.

Amiga do Trabalho Acelerando Meu Carro


Alguns meses depois de ver a Mulher Acelerando seu Renault Duster, me senti inspirado e fiquei pensando quando veria novas aceleradas como aquelas. Eu marquei com uma amiga do trabalho pra ela ir em casa negociar uns móveis que eu estava vendendo. Quando ela chegou, meu carro na garagem estava com o capô aberto. Ela parou o carro dela em frente ao meu e fui recebê-la. Era uma loira meio gordinha, com um lindo sapato de salto alto com o calcanhar à mostra e preso com uma tira no calcanhar.

Ela tinha pezinhos 36 lindos lisinhos. Já a tinha visto um dia numa piscina e ela tinha solinhas perfeitas. Infelizmente era casada. Devia ter uns 33 anos na época. Ela me perguntou o que tinha acontecido, disse que a bateria havia arriado e que precisaria que ela me ajudasse. Ela logo disse que quem empurraria seria eu e deu risada.

Eu perguntei se ela sabia dar tranco. Ela disse que sim. Eu, em tom de brincadeira, perguntei como se fazia. Ela logo disse “É so deixar a chave virada, engatar a segunda e dar o tranco, quando pegar dá uns pisões no acelerador”. Aquela conversa já estava me deixando de perna bamba. Eu então disse que ela teria a chance de provar que sabia.

Entramos e negociamos por algum tempo. Fechamos negócio e ela me disse que mandaria alguém buscar a cama e a mesa que ela tinha comprado. Quando fomos saindo da casa ela me perguntou se precisava de ajuda com o carro e eu disse que podíamos tentar ligar. Caso contrário teria que comprar uma bateria nova.

Ela então falou que ia tirar o carro dela da frente para que o meu pudesse passar. Manobrou rapidamente e com grande habilidade. Veio então para o meu carro e já foi se ajeitando no banco. Puxou o banco pra frente para alcançar os pedais, apertou a embreagem e revelou aquele calcanhar lindo e lisinho bem esticadinho. Deu uma apertada no acelerador, como que querendo sentir a dureza do pedal.

Engatou a segunda marcha e girou a chave. As luzes acenderam forte, pois o carro não tinha problema nenhum. Mas ela não sabia, então eu disse que ela podia soltar o freio de mão que eu empurraria.

Ela soltou o freio e o carro começou a se movimentar. eu fazia força pra que ele andasse mais rápido mas sempre do lado da porta do motorista pra ver aqueles pezinhos lindos acelerando.

Ela me disse que ia dar o tranco. Eu acompanhando tudo aquilo pela janela até que ela deu o tranco e pisou no freio. O Carro tinha pegado, ela logo que parou o carro, puxou o freio de mão e já deu logo uma acelerada forte no carro.

Ficou dando umas aceleradas até a metade, pisando e soltando. Depois voltou a acelerar forte. Deu umas 10 pisadas até o fundo e soltou. Pisou de novo e soltou. Sempre encostando o pedal no fundo e soltando.

Eu estava muito excitado e queria mais. Pedi pra ela dar ré e voltar com o carro pra garagem. Ela com habilidade parou rapidamente dentro da garagem. Eu então pedi pra ela acelerar sem dó enquanto eu pegasse meus documentos pra ir numa oficina ver se precisaria trocar a bateria.

Pedi pra ela acelerar bem forte e desse umas esgoeladas pra fazer a bateria carregar. Ela então começou a acelerar bem forte. Pisava e soltava até o fundo, pisava e soltava até o fundo. O carro estava gritando deliciosamente e eu corri pro banheiro pra gastar a minha energia escutando aquelas aceleradas, imaginando aqueles pezinhos apertando o acelerador.

O melhor estava pro vir, quando eu entrei em casa ela começou a fazer o carro gemer, pisava até o talo e entrou num ritmo gostoso. Ela pisava forte até o fundo por umas 4 vezes e depois dava uma esgoelada, segurando o acelerador no talo por uns 3 segundos. Depois mais 4 fincadas de pé e mais uma esgoelada sem dó.

Fez isso por algumas vezes, enquanto eu me acabava de prazer no banheiro escutando o carro sofrer. Quando saí de casa fui até a porta do motorista, com as pernas bambas e pedi pra que ela desligasse o carro e ligasse outra vez. Ela então deu 2 pisadas fortes e desligou. Esperou um tempo e deu partida apertando o acelerador até a metade.

O carro pegou rapidamente e ela disse que sabia o que estava fazendo, e deu risada. Eu disse que ela realmente sabia. Pedi pra ela acelerar mais um pouco. Ela então deu mais 6 aceleradas bem fortes, até o talo. Pedi pra ela dar uma esgoelada. Ela estava a vontade e afundou o pé no acelerador bem rápido com aquele sapato lindo esticando aquele calcanhar delicioso.

Ficou com o pé atolado no acelerador por uns 6 segundos até eu pedir pra ela parar. Ela saiu do carro e foi embora relembrando que marcaria para alguém buscar os móveis.

Mulher Acelerando Renault Duster


Estes dias estava com o carro estacionado no centro da cidade, era mais ou menos umas 7:30 da manhã. Eu estava esperando abrir uma ótica para buscar minhas lentes.

Uns 5 metros pra frente Havia um Renault Duster parado em frente a uma casa. Eu estava escrevendo em meu celular quando saiu uma mulher de camiseta, bermuda jeans e sandália preta. Fiquei reparando enquanto ela fechava o portão da casa, tentando imaginar como seriam aqueles pezinhos.

Ela era baixinha e devia ter uns 45 anos. Ela logo trancou o portão e entrou no carro. Reparei que ela tentou abrir a porta do carro com o controle do alarme mas a luz do carro não piscou. Ela então abriu a porta do carro com a chave, entrou e fechou a porta.

Eu abri os vidros do meu carro e desliguei o rádio para ouvir a partida do carro. A rua estava  vazia ainda, passaram-se 5 minutos e eu não escutei a partida do carro. Então a mulher saiu e abriu o capô do carro. Meu coração disparou! Tinha certeza que o carro dela estava sem bateria.

Ela então viu que eu estava no carro e se encaminhou até mim. perguntou se eu poderia ajudá-la pois o carro estava com a bateria fraca. Eu disse que poderia e que tinha cabos de bateria em meu carro para auxiliar.

Ela demonstrou alívio e seguiu em direção ao carro enquanto eu liguei meu carro para manobrar e colocar em posição de ligar as baterias. Enquanto eu ia fiquei reparando no calcanhar dela. Era branquinho e lisinho, bem suculento. Devia ser uma delícia de chupar.

Estacionei o meu carro na posição correta e peguei os cabos de bateria. Perguntei se era a primeira vez que acontecia e ela me disse que com o Duster era a primeira vez, mas tinha acontecido com muitos outros carros dela.

Eu então liguei os cabos em minha bateria e me encaminhei para conectá-los à bateria do carro dela. Ela já foi se encaminhando para o Duster para dar partida. Pedi que ela esperasse um pouco para que a energia circulasse entre os carros, pois meu carro ainda estava com motor frio, portanto eu achava que poderia não funcionar.

Ela me disse que tudo bem mas que precisava tentar rápido para não se atrasar. Eu disse que poderíamos agilizar então para que ela chegasse ao destino a tempo. Pedi a ela que esquentasse o motor do meu carro acelerando ele.

Ela se encaminhou para meu carro, acomodou-se no banco e apertou o acelerador até a metade e ficou segurando. O ronco do motor era moderado. Eu fiquei fingindo segurar o cabo ligado à bateria enquanto ficava excitado imaginando aquele pezinho acelerando.

Soltei os cabos e fui até a porta do motorista do meu carro e mostrei a ela onde a temperatura deveria estar para ela ligar o carro dela, então pedi que ela acelerasse forte meu carro para poder esquentar rápido.

Ela então começou a dar aceleradas fortes no meu carro sem constrangimento. Pisava até o fundo e soltava. Deu umas 10 aceleradas até o fundo, soltando e pisando. O pezinho dela era demais e quando ela acelerava até o fundo esticava a perna e mostrava a curvinha linda entre o pezinho e a sandália.

Depois das 10 aceleradas ela parou, esperou um tempo, e viu que a temperatura havia subido um pouco, acelerou de novo forte e soltou, mais uma vez e soltou. pedi pra ela acelerar forte mais algumas vezes. Ela então deu 5 pisadas fortes até o fundo e não soltou totalmente e já pisou outra vez.

Meu carro Roncou alto enquanto eu ficava de perna bamba vendo aqueles pezinhos branquinhos acelerando forte. Eu então disse que acho que já dava, mas, por segurança eu ficaria segurando os cabos da bateria.

Ela saiu do meu carro e já foi se acomodando no carro dela. Deu partida a primeira vez e o carro não pegou. Tentou a segunda e ele ainda não pegou. Ela deu umas 5 bombadas no acelerador e deu partida outra vez. O carro não pegou. Ela então começou a bombar o acelerador forte tipo tirando o pé do chão e afundando o acelerador. Deu umas 10 bombadas assim e deu partida. O carro ainda não pegou. Ela deu um tempo.

Depois de um minuto eu soltei os cabos e me encaminhei para a porta do motorista do carro dela que estava aberta. Disse que o carro deveria legar logo pois a bateria devia estar descarregada. Ela então começou a dar bombadas no acelerador. Depois de umas 15 bombadas ela deu partida no carro mas sem parar de socar o acelerador. Quando o carro começou a querer pegar ela aumentou o peso e a velocidade daqueles pezinhos. Bombou forte o acelerador  e rápido até que o carro pegou.

Quando o Duster deu partida ela continuou bombando o acelerador fazendo o carro gritar alto. Bombava rápido e forte que o carro quase engasgou. Mas ela estava no controle! Quando ele ameaçou engasgar ela parou de bombar o acelerador e deu umas aceleradas até o fundo e soltou. Deu umas 4 aceleradas assim, quando viu que o carro não ia engasgar ela começou a fincar o pé sem dó. Eu estava ao lado assistindo a cena mais incrível dos últimos tempos. Ela metia o pé no acelerador fazendo o Duster urrar sem parar. Ela pisava sem dó mesmo. Apertava até o fundo em sequência mas não soltava até o fim o acelerador. Pisava até o talo, voltava na metade e pisava tudo de novo. Fazia isso com certa velocidade não dando trégua pro Duster.

Depois de umas 10 aceleradas dessa ela fincou o pé e segurou. Esmagou o acelerador que dava pra ver seus dedinhos brancos apertados contra a sandália apertando o acelerador até o fundo. O motor gritava alto sem trégua e ela esticava aquela perna lisinha.

Depois de uns 4 segundos ela soltou o acelerador e voltou a pisar forte e soltar até a metade. Mais umas 5 aceleradas fortes sem dó.

Aí eu disse pra ela que ia desligar os cabos pra ver se tinha resolvido. Ela disse ok e desligou o carro. Eu desliguei o cabo da bateria dela e disse que ela podia ligar o carro. Ela então deu a partida e o carro girou pesado a partida como se não fosse pegar.

Ela logo voltou no acelerador e bombou rápido e forte. O carro pegou e ela começou a esgoelar ele sem medo e sem dó. Afundava o pé e fazia o motor gritar muito. Pisava e soltava até o fundo sem voltar o pedal todo e já fincava de novo o acelerador no fundo em rápido. Parecia que estava descontando a raiva. Deu umas 20 aceleradas dessa e depois fincou o pé e segurou no fundo. O motor do carro estava gritando muito e ela não mostrou que queria parar. Ela segurou o acelerador no talo por uns 7 segundos e soltou.

Deu mais umas 6 esgoeladas no carro e parou. Eu disse que achava que não ia dar mais problema. Ela desligou o carro. Esperou um tempo. E foi dar partida outra vez, mas com o acelerador todo no fundo. Girou a chave e o carro logo urrou alto e ela soltou, deu mais algumas aceleradas fortes, me agradeceu e saiu com o carro.

 

 

A New Pedal Goddess


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Muitas Aceleradas da Morena num Domingo Preguiçoso


Saí com meu carro para dar uma volta estes dias. Peguei uma estrada que não te muito movimento que liga minha cidade a outra mas pela zona rural. Porém sem estrada de terra. Fui andando e contemplando a paisagem. Chegando próximo a uma curva vi uma morena com corpo bem enxuto. Magra e com cabelos pretos lisos na altura da cintura. Estava caminhando com algumas sacolas e pediu carona, acenando com a mão.

Eu fiquei meio ressabiado em dar carona mas arrisquei. Encostei o carro e ela me perguntou se podia dar carona para ela pois morava a uns 5km dali. Eu disse que sim ela entrou com suas compras, 3 sacolas não muito cheias. Estava com uma sandália que me deixava ver pezinhos perfeitos e calcanhares lisinhos. Tinha pés morenos e unhas clarinhas com francesinha.

Fiquei imaginando aqueles pezinhos acelerando enquanto a moça se arrumava e colocava o cinto de segurança. Fomos conversando durante o caminho e eu indo devagar pra poder olhar aqueles pezinhos o mais possível, às vezes ela mexia os dedos naquela sandalinha e dava pra ver que ela usava bem pois tinham as marcas de seus dedos.

Fiquei pensando num jeito de ver aqueles pezinhos acelerando, aí fui puxando a conversa pro lado que precisava saber, perguntei se ela dirigia e ela disse que sim mas estava sem carro pois o carro quebrou na cidade e estava no mec6anico, ela pegou carona até uma parte da estrada e depois quando eu passei ela pediu pra terminar o caminho dela.

Morava numa chácara ali por perto. Eu então pensei que não podia perder a chance. Fingi que o carro estava falhando, isso faltando 2km pra chegar na casa dela. Rapidamente encostei o carro e puxei a alavanca do capô. Ela perguntou se havia algo errado e eu disse que iria verificar.

Abri o capô e fingi mexer no motor, perguntei se ela podia desligar o carro por um instante. Ela desligo a chave. Eu desliguei o cabo de partida rapidamente e fingi mexer em outras coisas. Pedi pra ela ligar o carro. Lógico que não ia pegar, mas ela colocou em ponto morto e virou a chave e nada. Tentou mais 3 vezes e nada. Aí ela mesma saiu do carro e sentou ao volante. Disse que ia tentar outra vez.

Pedi pra ela dar umas bombadas no acelerador. Ela assim o fez. Escutava o tec tec do pedal batendo no chão e imaginando aqueles pezinhos lindos pisando. Ela tentou mais duas vezes bombando o acelerador e nada. Pedi pra ela então bombar com força o acelerador. Ela começou a bombar forte o acelerador mas sem dar partida enquanto isso eu religuei o cabo e fui até o lado da porta do motorista.

Quando cheguei ela parou de pisar no acelerador. Eu então pedi pra ela dar mais algumas bombadas bem fortes e fiquei olhando aqueles pezinhos lindos apertando com vontade o acelerador. Depois de mais algumas bombadas fortes pedi pra ela ligar o carro. Ela deu partida e o carro pegou normalmente. Ela deu uma acelerada até a metade e depois mais 4 aceleradas fracas. Eu me afastei para a parte traseria do carro e depois fui até o motor e pedi pra ela acelerar. Ela me perguntou se era pra acelerar forte. Eu quase desmaiei rs, disse pra ela pisar forte sem dó.

Uau que pés nervosos, ela deu algumas aceleradas até o fundo pisando e soltando, pedi pra ela pisar mais e ela logo pisou mais forte, pisava até o fundo e soltava. repetiu umas 4 vezes. Fui até o lado dela e disse pra ela dar umas esgoeladas no carro pq eu queria ver a fumaça que saía do escapamento.

Ela então deu 5 esgoeladas no carro eu estava de perna bamba fiquei observando a parte de trás do carro escutando o carro gritar. Perdi a vergonha e pedi mais. Passei pela porta e disse pode pisar sem medo. E ela esgoelou o carro mais umas 6 vezes. Mas agora eu estava ao lado olhando aqueles pezinhos lindíssimos castigando o acelerador pisando sem dó. Calcanhar encostado no chão levantava a ponta do pé e afundava o acelerador e quando ele chegava no fundo ela ainda pressionava deixando seu dedão esbranquiçado. Que cenas!!!

Fui para o motor e ela ainda deu mais 4 esgoeladas sem medo. Pedi pra ela afundar o pé e segurar. Ela então fincou o pé de uma vez e segurou por uns 4 segundos. Fechei o capô e pedi pra ela pisar e segurar outra vez. Ela fincou o pé de novo e não soltou eu fui até a porta do carro para ver aquele pezinho lindo esmagando o acelerador e depois de uns 6 segundos disse que ela podia soltar.

Ela voltou pro lado do carona e deixei-a na casa dela. Pedi desculpas pelo problema no carro e ela me agradeceu por ter dado carona e que problemas sempre aconteciam. Me agradeceu mais uma vez e eu fui embora.

Meu carro sentiu o peso daqueles pés lindos e eu não via a hora de chegar em casa para lembrar daquele momento especial.

Pedal Pumping no Fusca


Num dia chuvoso estava andando numa estrada na zona rural quando me deparei com uma mulher com aproximadamente uns 40 anos. ela morava na região e estava num fusca já bem judiado. Ela estava tentando entrar na porteira da propriedade dela mas era um morro e estava bem liso.

Quando estava passando por lá ela estava tentando subir com o fusca pisando tudo sem dó e ele parado no meio da subida e patinando que nem louco. Ela então desceu com o carro e eu parei e perguntei se podia ajudar. Não era uma subida longa mas quando chegava a uma certa altura o carro raspava por baixo num topete de grama, enroscava e não subia.

Encostei meu carro e desci, dei uma olhada na estrada e perguntei se tinha gente na casa dela para ajudar a empurrar e ela disse que não. Então pedi pra ela tentar pegar embalo na estrada e subir com tudo. Ela deu ré no fusca devagar, e uma distância razoável para pegar embalo. então deu umas 3 aceleradas médias no fuscão e veio com tudo antes de começar a subir engatou a segunda marcha e fincou o pé no acelerador. O fusca urrava e começou a subir enquanto ela mantinha o pé no fundo. O Fusca ameaçou terminar a subida mas enroscou de novo. Enquanto estava enroscado ela continuou metendo o pé som dó. Quando os pneus começaram a esfumaçar ela parou.

Pedi pra ela descer outra vez com o carro. Aí fui analisar e vi que precisava cortar aquele topete de grama. Perguntei se ela tinha alguma ferramenta para cavar aquela grama e ela disse que sim. Encostou o carro na beira da estrada e disse que ia buscar um enxadão. Quando ela desceu do carro vi que usava havaianas azuis e brancas, um clássico! Tinha pés bonitos mas sem esmalte. Enquanto ela subia pela beirada da estrada fiquei olhando aqueles calcanhares imaginando eles trabalhando no acelerador.

Enquanto ela buscava o enxadão a chuva voltou a cair forte por alguns minutos piorando a situação. Fiquei em meu carro aguardando. Quando parou de chover, depois de 10 minutos ela voltou com o enxadão e eu desci do carro. Disse que ia cavar a entrada e ela então poderia subir. Cavei e retirei o topete de grama ao máximo que pude, sem demorar. Disse que ela podia tentar outra vez.

Ela respondeu que ia pegar mais embalo pois a chuva havia deixado ainda mais liso. Concordei e já imaginei que ela ia acelerar muito mais. Enquanto ela descia olhava aqueles calcanhares molhados pela grama e um pouco sujos pelo barro.

Ela entrou no carro e deu partida mas o fusca, pra meu delírio, não quis pegar. Ela tentou mais duas vezes e nada. Cheguei próximo e ela bombava o acelerador e tentava ligar. O carro não dava sinal. Ela bombava forte e dava partida com aqueles pés violentamente apertando o acelerador mas o carro não pegava. Disse que ia empurrar pra ela dar um tranco. Ela disse que ia tentar de ré mesmo.

Comecei a empurrar o carro pela estrada, estava empurrando pela porta do motorista para não perder nada daquele show. Empurrei por alguns metros e ela deu o primeiro tranco, soltou a embreagem e apertou novamente, o fusca ameaçou pegar e ela apertou o acelerador até o fundo. O carro só ameaçou mas não pegou. A mulher demonstrava grande habilidade, com certeza iria acelerar quando pegasse.

Comecei a empurrar o carro agora pra frente. Continuei ao lado da porta do motorista, meu camarote, fiz força pra embalar bem e dar velocidade boa pra o fusca pegar desta vez. O Carro embalou e ela então deu o tranco. Quando voltou a embreagem já pisou no freio e enfiou o calcanhar no acelerador. O fusca pegou e já urrou alto. Ela ficou com o acelerador apertado fundo por um tempo. Puxou o freio de mão e soltou o freio, arrumou o chinelo no pezinho e rapidamente fincou o acelerador até o talo.

Ela deu umas belas aceleradas pra esquentar o motor, pisava com se fosse algo normal, apertava e soltava sem dó até o fundo, o fusca gritava alto e soltava fumaça pelo escapamento deixando um cheiro de aceleradas fortes no ar. Enquanto ela acelerava eu ficava olhado aqueles pés massacrando o acelerador.

Ela então engatou a ré e se distanciou pra pegar embalo. Parou o carro, deu mais umas 5 aceleradas até o talo e veio. Saiu derrapando já com o pé atolado no acelerador, passou a segunda e fincou o pé outra vez o fusca respondia alto e começou a subir o morro, mas patinando muito pois estava ainda mais liso depois da chuva. Chegou na metade e não subia mais, porém ela manteve o pé no fundo fazendo o motor urrar muito alto e enquanto o carro patinava ela mantinha o pé fincado no acelerador enquanto os pneus zuniam no chão liso.

Ela manteve a tentativa por algum tempo e decidiu parar. Quando apertou a embreagem pra descer outra vez o carro morreu. Ela logo pisou no freio, o caso deslizou um pouco para trás e parou. Ela deu partida, dedos no freio e calcanhar no acelerador. Grande motorista essa mulher. Na segunda tentativa o fusca pegou e já gritou alto. Ela continuava dando violentas aceleradas enquanto eu assistia tudo de perto.

Ela pisava forte no acelerador com aqueles pezinhos e não dava trégua pro fusca. Começou a pisar até o fundo e soltar até a metade e já meter o pé outra vez. Eu não queria demorar, mas a ocasião era ímpar. Delirava cada vez que via aquele calcanhar fino empurrando o pedal até o fundo e aquele motor gritando e os escapamentos soltando fumaça, enquanto o cheiro das aceleradas tomava conta do ambiente.

Ela então parou de acelerar. Eu disse que iria empurrar quando ela estivesse na subida para ajudar. E disse pra ela pegar mais embalo. Ela disse que ia pegar bastante embalo desta vez. Mas que se eu não quisesse empurrar não precisava, pois iria sujar minha calça. Eu disse que iria ajudar com certeza.

Ela pegou bastante embalo e veio com o pé fincado no acelerador. Eu fiquei na beira esperando a minha hora de agir. Ela veio com o fusca em boa velocidade e motor urrando, estava em segunda com o pé atolado e começou a subir o morro, quando ele perdeu velocidade ela continuou com o pé fincado e eu comecei a empurrar com o máximo de força o fusca foi subindo devagar mas passando a parte mais crítica e conseguiu subir mais um pouco até pegar uma parte que estava menos lisa. Ainda patinando foi subindo enquanto ela mantinha o pé fincado no acelerador. continuou sem parar até chegar a casa dela.

Desci o morro para pegar o enxadão e devolver a ela. Escutei ela dando pisadas fortes ainda no fusca. Acho que ela só queria dar um recado a ele, pra não bobear pois aqueles pés eram pesados.

Fui até a casa levando o enxadão. Chegando lá vi que o carro ainda estava ligado e com a tampa do motor aberto e ela olhando. Entreguei o enxadão e perguntei se ela precisava de ajuda com o carro. ela disse que estava verificando se havia algo errado pois sentiu que ele perdia força quando acelerava. Ela então deu algumas aceleradas puxando o cabo do acelerador mesmo fez o motor sofrer mais um pouco pois puxava o cabo até o talo.

Então ela fechou a tampa do motor e me agradeceu pela ajuda.

Fui para meu carro e segui viagem com aquelas cenas inesquecíveis e com dó do fusca também.

Executiva Pisando tudo na Blazer


Lembro de um dia estar no Shopping, ainda era novo. Tinha uma mulher no estacionamento com uma Blazer com capô aberto. Era uma mulher bonita, de salto alto preto e meia-calça. Ela estava sem bateria pois o segurança do shopping estava levando até o carro dela uma daqueles Carregadores de Bateria.

Fiquei observando de longe enquanto eles conversavam e fui me aproximando aos poucos. Ele conectou os cabos no carro e pediu pra ela esperar. Ela já estava sentanda ao volante com a perna esquerda pra fora e o pezinho direito dentro daquele salto alto já encostado no acelerador. Acho que ela sabia bem o que fazer. Então o cara mandou ela dar partida no carro. Ela deu a primeira partida com o pé atolado no acelerador e a Blazer começou a girar muito lentamente o motor  mas não pegou. Ela tentou outra vez sem soltar o pedal do fundo. A blazer outra vez não pegou. na terceira tentativa o cara disse pra ela bombar o acelerador. Ela então deu partida pisando e soltando o acelerador até o fundo e voltando.

Depois de alguns segundos a Blazer pegou e a mulher já deu logo tr6es pisadas até o fundo, tipo apertando e soltando. O Motorzão roncou alto no shopping. Ela então continuou nas aceleradinhas enquanto o cara recolhia o cabo. Ele entregou o dinheiro pra ele e antes de sair ele disse pra ela acelerar. Ela respondeu sim ela tinha que acelerar bastante. Depois que ele saiu ela fechou a porta fechou os vidros e começou um showzinho de revving. Ela pisava até o fundo e a Blazer respondia. Deu umas 5 fincadas de pé sem dó e o carro gritou alto. Passei perto e dava pra sentir o cheiro do combustivel queimado. Enquanto ela continuava sua saga de aceleradas. Deu umas pisadas bem fortes e algumas esgoeladas sem medo. fiquei imaginando aquele salto empurrando o pedal até o chão e a cara de raiva dela.

Depois de mais algumas aceleradas sem dó mesmo ela saiu pelo estacionamento e foi embora.

MInha Tia e suas Havaianas Dando Aceleradas


Muito tempo depois desta história aqui da Brasília eu fui levar uns documento para aquela minha tia. Cheguei em sua casa toquei o interfone e ela me pediu pra esperar que ela estava saindo. Eu corri no carro e desliguei mais uma vez o cabo de partida, um truque infalível para ver algumas aceleradas. Voltei para portão.

Minha tia veio com aqueles pés lindos e aquelas havaianas batendo em suas solinhas deliciosamente. Perguntei a ela algumas coisas e entreguei os documentos pedindo pra ela verificar tudo. Conversamos um pouco e eu disse que precisava ir pois o carro precisava ser levado ao mecânico. Ela não deu muita conversa e foi fechando o portão, eu corri pro carro pra dar tempo de ligar e ele não pegar. Então eu dei duas partidas e ele não pegou.

Ela saiu da casa outra vez perguntando se eu precisava de ajuda. Eu disse que ele já tinha dado este problema antes, e eu achava que era porque o motor estava frio. Então dei partida mais uma vez e nada.

Destravei o capô e fui abrindo e dando uma olhada geral. Pedi pra ela dar partida. ela já foi andando e eu reparando naqueles calcanhares lindos que tanto me deram tesão. Ela então deu partida e o carro não pegou. Fiquei ali mexendo e pedindo pra ela ligar o carro várias vezes. Ela sempre ligava com o pedal acionado. Mas nunca até o fundo. Eu também não a vi bombar o acelerador.

Então depois de 7 tentativas frustradas eu pedi pra ela ligar uma última vez mas com o acelerador todo apertado. Eu já havia conectado o cabo de partida e assim aconteceu. Quando ela deu partida o carro pegou já urrando forte, ela soltou o acelerador e voltou a pisar outra vez mas desta vez de forma branda. Pisava até a metade e segurava soltava e apertava outra vez.

Pedi pra ela dar aceleradas fortes pra esquentar o motor. Ela com aquelas lindas havaianas protegendo aqueles pezinhos lindos começou a dar aceleradas bem fortes, eu dizia pra pisar mesmo, e ela começou a violentar o motor com aceleradas de dar medo. Atolava o pé bem fundo e soltava, pisando e soltando sempre com o pezinho indo até o talo.

Depois de muitas aceleradas e vizinhos sendo acordados por aqueles pezinhos eu agradeci e me despedi.