Woman Revving up


Madonna Rev in Flip Flop


Girl Smashing The Gas Pedal


Cranking n Revving the Flooded Car


Girl Cranking and Revving in Sneakers


Cute Girl Blowing the Hyundai!


Girl Revving Really Hard – Miss BlackJess


Another girl from PedalVamp and do you know agressive they are!!

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Girl Revving VW PUMA


Walking through the center of town, I saw a blond woman in her 40’s, wearing a pair of clogs that showed only her heel. She was opening the door of a Puma, an old car made on the Beetle platform, so with those perfect pedals to watch a Pedal Pumping show.

When she came in and unlocked the door I walked faster to see if I was going to drive barefoot. As I passed, I stared out the window as she pumped the gas pedal before cranking the car.

She was pounding hard on the gas before starting. The traffic light closed to the pedestrians and I was paying attention to the car to see if it start. After a few tries she started with the pedal down, when the car started it was accelerated, but not to the floor.

She took a few half-way revs and got out when the car died. She started again but the car did not start. She then gave some more pumping on the gas and started again. As long as the light did not open I listened to the sounds and movements of her inside the car.

When starting the car again, it start up faster than the first time. She gave some more revs, stronger than the middle and was going away. When the car almost die again.

When the car almost to die, she soon stepped on the clutch and gave 3 allthe way to the floor revs. It stomped loudly until the end. There is a smoke characteristic of the exhaust when it revs. The car moaned loudly, drawing attention in the street.

After the 3 revs to the floor, she gave a few more middle revs and then 3 or 4 revs to the floor, holding the gas down in the last one. That poor engine scream hard that time cleaning the carburator and the exaust. What a fast Extreme Revving Girl Show!

Muitas Aceleradas da Morena num Domingo Preguiçoso


Saí com meu carro para dar uma volta estes dias. Peguei uma estrada que não te muito movimento que liga minha cidade a outra mas pela zona rural. Porém sem estrada de terra. Fui andando e contemplando a paisagem. Chegando próximo a uma curva vi uma morena com corpo bem enxuto. Magra e com cabelos pretos lisos na altura da cintura. Estava caminhando com algumas sacolas e pediu carona, acenando com a mão.

Eu fiquei meio ressabiado em dar carona mas arrisquei. Encostei o carro e ela me perguntou se podia dar carona para ela pois morava a uns 5km dali. Eu disse que sim ela entrou com suas compras, 3 sacolas não muito cheias. Estava com uma sandália que me deixava ver pezinhos perfeitos e calcanhares lisinhos. Tinha pés morenos e unhas clarinhas com francesinha.

Fiquei imaginando aqueles pezinhos acelerando enquanto a moça se arrumava e colocava o cinto de segurança. Fomos conversando durante o caminho e eu indo devagar pra poder olhar aqueles pezinhos o mais possível, às vezes ela mexia os dedos naquela sandalinha e dava pra ver que ela usava bem pois tinham as marcas de seus dedos.

Fiquei pensando num jeito de ver aqueles pezinhos acelerando, aí fui puxando a conversa pro lado que precisava saber, perguntei se ela dirigia e ela disse que sim mas estava sem carro pois o carro quebrou na cidade e estava no mec6anico, ela pegou carona até uma parte da estrada e depois quando eu passei ela pediu pra terminar o caminho dela.

Morava numa chácara ali por perto. Eu então pensei que não podia perder a chance. Fingi que o carro estava falhando, isso faltando 2km pra chegar na casa dela. Rapidamente encostei o carro e puxei a alavanca do capô. Ela perguntou se havia algo errado e eu disse que iria verificar.

Abri o capô e fingi mexer no motor, perguntei se ela podia desligar o carro por um instante. Ela desligo a chave. Eu desliguei o cabo de partida rapidamente e fingi mexer em outras coisas. Pedi pra ela ligar o carro. Lógico que não ia pegar, mas ela colocou em ponto morto e virou a chave e nada. Tentou mais 3 vezes e nada. Aí ela mesma saiu do carro e sentou ao volante. Disse que ia tentar outra vez.

Pedi pra ela dar umas bombadas no acelerador. Ela assim o fez. Escutava o tec tec do pedal batendo no chão e imaginando aqueles pezinhos lindos pisando. Ela tentou mais duas vezes bombando o acelerador e nada. Pedi pra ela então bombar com força o acelerador. Ela começou a bombar forte o acelerador mas sem dar partida enquanto isso eu religuei o cabo e fui até o lado da porta do motorista.

Quando cheguei ela parou de pisar no acelerador. Eu então pedi pra ela dar mais algumas bombadas bem fortes e fiquei olhando aqueles pezinhos lindos apertando com vontade o acelerador. Depois de mais algumas bombadas fortes pedi pra ela ligar o carro. Ela deu partida e o carro pegou normalmente. Ela deu uma acelerada até a metade e depois mais 4 aceleradas fracas. Eu me afastei para a parte traseria do carro e depois fui até o motor e pedi pra ela acelerar. Ela me perguntou se era pra acelerar forte. Eu quase desmaiei rs, disse pra ela pisar forte sem dó.

Uau que pés nervosos, ela deu algumas aceleradas até o fundo pisando e soltando, pedi pra ela pisar mais e ela logo pisou mais forte, pisava até o fundo e soltava. repetiu umas 4 vezes. Fui até o lado dela e disse pra ela dar umas esgoeladas no carro pq eu queria ver a fumaça que saía do escapamento.

Ela então deu 5 esgoeladas no carro eu estava de perna bamba fiquei observando a parte de trás do carro escutando o carro gritar. Perdi a vergonha e pedi mais. Passei pela porta e disse pode pisar sem medo. E ela esgoelou o carro mais umas 6 vezes. Mas agora eu estava ao lado olhando aqueles pezinhos lindíssimos castigando o acelerador pisando sem dó. Calcanhar encostado no chão levantava a ponta do pé e afundava o acelerador e quando ele chegava no fundo ela ainda pressionava deixando seu dedão esbranquiçado. Que cenas!!!

Fui para o motor e ela ainda deu mais 4 esgoeladas sem medo. Pedi pra ela afundar o pé e segurar. Ela então fincou o pé de uma vez e segurou por uns 4 segundos. Fechei o capô e pedi pra ela pisar e segurar outra vez. Ela fincou o pé de novo e não soltou eu fui até a porta do carro para ver aquele pezinho lindo esmagando o acelerador e depois de uns 6 segundos disse que ela podia soltar.

Ela voltou pro lado do carona e deixei-a na casa dela. Pedi desculpas pelo problema no carro e ela me agradeceu por ter dado carona e que problemas sempre aconteciam. Me agradeceu mais uma vez e eu fui embora.

Meu carro sentiu o peso daqueles pés lindos e eu não via a hora de chegar em casa para lembrar daquele momento especial.

Pedal Pumping no Fusca


Num dia chuvoso estava andando numa estrada na zona rural quando me deparei com uma mulher com aproximadamente uns 40 anos. ela morava na região e estava num fusca já bem judiado. Ela estava tentando entrar na porteira da propriedade dela mas era um morro e estava bem liso.

Quando estava passando por lá ela estava tentando subir com o fusca pisando tudo sem dó e ele parado no meio da subida e patinando que nem louco. Ela então desceu com o carro e eu parei e perguntei se podia ajudar. Não era uma subida longa mas quando chegava a uma certa altura o carro raspava por baixo num topete de grama, enroscava e não subia.

Encostei meu carro e desci, dei uma olhada na estrada e perguntei se tinha gente na casa dela para ajudar a empurrar e ela disse que não. Então pedi pra ela tentar pegar embalo na estrada e subir com tudo. Ela deu ré no fusca devagar, e uma distância razoável para pegar embalo. então deu umas 3 aceleradas médias no fuscão e veio com tudo antes de começar a subir engatou a segunda marcha e fincou o pé no acelerador. O fusca urrava e começou a subir enquanto ela mantinha o pé no fundo. O Fusca ameaçou terminar a subida mas enroscou de novo. Enquanto estava enroscado ela continuou metendo o pé som dó. Quando os pneus começaram a esfumaçar ela parou.

Pedi pra ela descer outra vez com o carro. Aí fui analisar e vi que precisava cortar aquele topete de grama. Perguntei se ela tinha alguma ferramenta para cavar aquela grama e ela disse que sim. Encostou o carro na beira da estrada e disse que ia buscar um enxadão. Quando ela desceu do carro vi que usava havaianas azuis e brancas, um clássico! Tinha pés bonitos mas sem esmalte. Enquanto ela subia pela beirada da estrada fiquei olhando aqueles calcanhares imaginando eles trabalhando no acelerador.

Enquanto ela buscava o enxadão a chuva voltou a cair forte por alguns minutos piorando a situação. Fiquei em meu carro aguardando. Quando parou de chover, depois de 10 minutos ela voltou com o enxadão e eu desci do carro. Disse que ia cavar a entrada e ela então poderia subir. Cavei e retirei o topete de grama ao máximo que pude, sem demorar. Disse que ela podia tentar outra vez.

Ela respondeu que ia pegar mais embalo pois a chuva havia deixado ainda mais liso. Concordei e já imaginei que ela ia acelerar muito mais. Enquanto ela descia olhava aqueles calcanhares molhados pela grama e um pouco sujos pelo barro.

Ela entrou no carro e deu partida mas o fusca, pra meu delírio, não quis pegar. Ela tentou mais duas vezes e nada. Cheguei próximo e ela bombava o acelerador e tentava ligar. O carro não dava sinal. Ela bombava forte e dava partida com aqueles pés violentamente apertando o acelerador mas o carro não pegava. Disse que ia empurrar pra ela dar um tranco. Ela disse que ia tentar de ré mesmo.

Comecei a empurrar o carro pela estrada, estava empurrando pela porta do motorista para não perder nada daquele show. Empurrei por alguns metros e ela deu o primeiro tranco, soltou a embreagem e apertou novamente, o fusca ameaçou pegar e ela apertou o acelerador até o fundo. O carro só ameaçou mas não pegou. A mulher demonstrava grande habilidade, com certeza iria acelerar quando pegasse.

Comecei a empurrar o carro agora pra frente. Continuei ao lado da porta do motorista, meu camarote, fiz força pra embalar bem e dar velocidade boa pra o fusca pegar desta vez. O Carro embalou e ela então deu o tranco. Quando voltou a embreagem já pisou no freio e enfiou o calcanhar no acelerador. O fusca pegou e já urrou alto. Ela ficou com o acelerador apertado fundo por um tempo. Puxou o freio de mão e soltou o freio, arrumou o chinelo no pezinho e rapidamente fincou o acelerador até o talo.

Ela deu umas belas aceleradas pra esquentar o motor, pisava com se fosse algo normal, apertava e soltava sem dó até o fundo, o fusca gritava alto e soltava fumaça pelo escapamento deixando um cheiro de aceleradas fortes no ar. Enquanto ela acelerava eu ficava olhado aqueles pés massacrando o acelerador.

Ela então engatou a ré e se distanciou pra pegar embalo. Parou o carro, deu mais umas 5 aceleradas até o talo e veio. Saiu derrapando já com o pé atolado no acelerador, passou a segunda e fincou o pé outra vez o fusca respondia alto e começou a subir o morro, mas patinando muito pois estava ainda mais liso depois da chuva. Chegou na metade e não subia mais, porém ela manteve o pé no fundo fazendo o motor urrar muito alto e enquanto o carro patinava ela mantinha o pé fincado no acelerador enquanto os pneus zuniam no chão liso.

Ela manteve a tentativa por algum tempo e decidiu parar. Quando apertou a embreagem pra descer outra vez o carro morreu. Ela logo pisou no freio, o caso deslizou um pouco para trás e parou. Ela deu partida, dedos no freio e calcanhar no acelerador. Grande motorista essa mulher. Na segunda tentativa o fusca pegou e já gritou alto. Ela continuava dando violentas aceleradas enquanto eu assistia tudo de perto.

Ela pisava forte no acelerador com aqueles pezinhos e não dava trégua pro fusca. Começou a pisar até o fundo e soltar até a metade e já meter o pé outra vez. Eu não queria demorar, mas a ocasião era ímpar. Delirava cada vez que via aquele calcanhar fino empurrando o pedal até o fundo e aquele motor gritando e os escapamentos soltando fumaça, enquanto o cheiro das aceleradas tomava conta do ambiente.

Ela então parou de acelerar. Eu disse que iria empurrar quando ela estivesse na subida para ajudar. E disse pra ela pegar mais embalo. Ela disse que ia pegar bastante embalo desta vez. Mas que se eu não quisesse empurrar não precisava, pois iria sujar minha calça. Eu disse que iria ajudar com certeza.

Ela pegou bastante embalo e veio com o pé fincado no acelerador. Eu fiquei na beira esperando a minha hora de agir. Ela veio com o fusca em boa velocidade e motor urrando, estava em segunda com o pé atolado e começou a subir o morro, quando ele perdeu velocidade ela continuou com o pé fincado e eu comecei a empurrar com o máximo de força o fusca foi subindo devagar mas passando a parte mais crítica e conseguiu subir mais um pouco até pegar uma parte que estava menos lisa. Ainda patinando foi subindo enquanto ela mantinha o pé fincado no acelerador. continuou sem parar até chegar a casa dela.

Desci o morro para pegar o enxadão e devolver a ela. Escutei ela dando pisadas fortes ainda no fusca. Acho que ela só queria dar um recado a ele, pra não bobear pois aqueles pés eram pesados.

Fui até a casa levando o enxadão. Chegando lá vi que o carro ainda estava ligado e com a tampa do motor aberto e ela olhando. Entreguei o enxadão e perguntei se ela precisava de ajuda com o carro. ela disse que estava verificando se havia algo errado pois sentiu que ele perdia força quando acelerava. Ela então deu algumas aceleradas puxando o cabo do acelerador mesmo fez o motor sofrer mais um pouco pois puxava o cabo até o talo.

Então ela fechou a tampa do motor e me agradeceu pela ajuda.

Fui para meu carro e segui viagem com aquelas cenas inesquecíveis e com dó do fusca também.